domingo, 6 de janeiro de 2013

Capitulo 8

- Que bom que resolveu sua vida. Agora pode ter um relacionamento serio... Olha pra você! Vai casar... A rainha do " desapego " vai casar... - Deu pra ver que aquela convivência, doía nele.
- Luan... 
Todos desviaram a atenção pro nosso lado da mesa. 
- Olha como a vida é... Vou ser seu padrinho de casamento. Eu que mais fui a favor de tudo isso. - Ele ironizou.
Naquele momento, percebi que ele tinha magoa do que ficou pra trás. 
- Você podia ter evitado todo esse clima Juliana, podia ter evitado Léo de fazer esse convite pra mim. - Comecei a chorar.
Ninguém falava nada, só observava. 
- Você queria que eu fizesse o que? Você sabe que eu não conhecia Léo. Não sei do que fala. Só segui meu caminho, meus sonhos, e você o seu. Olha pra você, é hoje tudo que sonhou. E se eu tivesse ficado aqui? Estaria ao seu lado agora? Acho que não. E se estivesse? Você estaria com seus sonhos realizados, e os meus estariam de lado? - Respondi.
- Ir embora não era a solução. E nem ao menos contou pra ele que é ex do seu padrinho de casamento não é? Alias, anda mentindo bem viu? Quase acreditei que não me conhecia, se fosse por que lembro bem do seu beijo. - Ele dizia com a maior naturalidade. 
- Você está falando o que não deve. 
- Jura? Achei que quem fizesse coisas que não devia aqui era você! 
Levantei minha mão pra lhe dar um tapa, mas ele tinha bom reflexo e pegou. 
- Não faz isso Juliana, seu noivo pode não gostar.
Puxei minha mão e sai, pegando minha bolsa, pedindo licença. Estava morrendo de ódio dele.

Narrado por Luan.

O que eu estava fazendo meu Deus? Não era assim. Perdi a cabeça. Estava sobre pressão durante todo o dia, e não aguentei. 
- Você pegou pesado. - Roberval disse assim que joguei minha cabeça na mesa. - Ela saiu chorando. 
- E dai que ela saiu chorando? - Disse levantado a cabeça. - Eu já chorei muito mais por ela e estou vivo. 
Todos me olhavam. Bebi um gole da minha bebida e respirei fundo. 
- Está bem, eu exagerei. Eu precisava falar isso. Estou sobre pressão o dia todo, a gente explode poxa! Ela me deixa louco! 
- Mas mesmo assim, não devia ter falado com ela assim. - Disse um dos meninos. 
- Ela vai ficar bem. Ela está brincando com fogo, não sabia o que estava fazendo quando deixou Léo me chamar pra ser padrinho deles, ela não sabia o que estava fazendo quando saiu da cidade dela. Ela não sabia o que estava fazendo quando escondeu nosso relacionamento de Léo, se ele descobrir isso...
- Aqui é a cidade dela. - Marla disse.
- Ela deixou de ser brasileira á muito tempo. 
- Acho que tem alguém que deve colocar alguns sentimentos no lugar. - Roberval falou. 
- Se ela não for embora logo, eu enlouqueço. 

O que acharam? Ele vai pedir desculpas... Posto depois de 8 comentários! Identifiquem-se! Comentários, sugestões e criticas são bem vindas, desde que tenha educação.

Capitulo 7

- Isso é loucura! - Disse pra ele. 
- O amor está em seus olhos Juliana. - Ele riu repetindo a frase de Anderson e pegou em minha mão, estendendo ela pro lado. 
Ainda olhava pra ele quando senti o toque suave na minha mão. Me virei assustada e ele olhava estranho, me puxando pro centro do palco. Por incrível que pareça, naquele momento, eu não vi mais ninguém, só seus olhos. Ele me deu uma de suas juntadas e dançou bem coladinho, enquanto sentia seu cheiro e o abraçava levemente pela cintura. Eu cheguei a pensar que estava sonhando. Ter ele assim tão perto, agarrado, depois de tanto tempo, bambeou minhas pernas. Senti um toque diferente e me puxaram pra longe dele. Era Roberval. Eu mal sabia onde estava. Comecei me abanar e arrumar os cabelos, acho que estava passando mal. 
- Pra quem não queria você até gostou. - Ele riu. - Bebe água. 
Ele me passou uma garrafa e eu quase bebi ela toda. Sai do lado do palco e me dirigi ao camarim de Luan. Precisava que um lugar que não visse ele e que ninguém me perguntasse nada. Já tinha me recuperado e sentei numa cadeira que tinha lá, debrucei minha cabeça na mesa e vinha Luan na minha mente toda hora. 
- O que está havendo comigo meu Deus? O que está acontecendo? - Comecei a chorar. - Nada, não ta acontecendo nada. - Disse tentando me convencer. - É só sei lado nega, é só seu lado luanete. 
Limpei minhas lagrimas e fiquei ali em silencio, e toda hora me vinha Luan na cabeça. 

- Venha Juliana? - Dagmar entrou na sala me assustando.
- O que foi? 
- Vamos sair. 
Dai correndo atras dela e logo chegamos na van. Os meninos nos esperavam lá. Sentei ao lado de Léo. 
- Eai pequena, como foi? 
- O que?
- Você e o Luan dançando...
- Como foi? Como assim como foi? - Disse nervosa.
- Ei, calma. 
- Só estou com um pouco de dor de cabeça. 
Todos nos olhavam. 
- Ia dizer que acho bom você se aproximar dele, vocês nem se conheciam, e ele vai ser nosso padrinho. 
Dagmar olhou pra mim arregalando os olhos. 
- Pois é, eu... Gostei dele. - Sorri e abracei Léo. 
O Luan chegou e logo o pessoal da banda que ia conosco também. 
Íamos direto pro restaurante. Todos rindo, conversando, e eu escondendo a cabeça em Léo. Quando chegamos logo estávamos acomodados. Uma mesa grande, e Luan ficou na ponta, ao lado de Léo, que estava ao meu lado. Eles engataram uma conversa e eu conversava com as meninas e os meninos, eles me perguntavam de Londres, e eu falava com amor da minha cidade do coração. Depois que comemos, eles começaram a conversar entre si e eu fiquei em silencio. O celular do Léo começou a tocar, assustando á todos. 
- Me desculpem, esqueci que desligar. Preciso atender, me deem licença? 
Ele saiu e ficou um clima tenso, todos em silencio, desviaram o olhar de Luan e eu pra não ter constrangimento. Até ele falar.

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sábado, 5 de janeiro de 2013

Capitulo 6

Quando entramos, eles estavam num momento tranquilo. Riam, brincavam. 
- Olha quem está aqui! - Marla chegou cumprimentando Dagmar.
Quando ela virou pra mim, parou, surpresa. 
- Juliana? Quanto tempo! O que faz aqui? - Me cumprimentou com um beijo. 
- Oi Marla, to de visita, pro Luan. 
- Achamos que nunca mais voltaria. - Juliano se aproximou rindo. - Brincadeira, não me leve a mal. Tudo bem? - Me beijou. 
Cumprimentei todos e fui apresentada pra back-vocal loira, Daiane, que eu não conhecia. 
- Mas de onde vocês se conhecem? - Dagmar perguntou. 
- Ué... Você não veio visitar o Luan? - Marla perguntou.
- Eu vim acompanhar meu noivo. Ele é amigo do Luan. - Sorri amarelo. 
Todos pararam me olhando com cara de surpresa. 
- Ta, não estou entendendo nada. - Dagmar disse.
- Juliana era quase da equipe á alguns anos. - Marla disse. - Ela viajava direto conosco. 
- Como assim? 
- Ela era namorada do Luan. 
Ninguém mais disse nada e logo saímos dali. O show ia começar e Dagmar acompanhou Luan até o palco, fui ao lado dela, super sem graça. Ela falou com ele, e depois ele ficou me olhando enquanto se preparava. 
- O Anderson chegou. - Ela disse depois de pegar o radio. 
Logo ele apareceu. Pronto, mais um pra me reconhecer. Se aproximou, cumprimentou os dois e ao me ver fez cara de surpreso.
- Juliana? 
- Oi Anderson. - Cumprimentei ele com um beijo no rosto. 
- Mas o que faz aqui... 
- É uma longa historia. - Sorri. 
Ele sorriu de volta e olhou pra Luan, que visivelmente estava de mal humor.
- O que foi? Eu não tenho nada com isso ai não. - Luan respondeu. 
A abertura começou a tocar e ele saiu de perto e logo subiu no palco. 
- Alguém pode explicar? Por que ele está assim? 
- Eu também não estou entendendo nada. - Dagmar disse. 
- Eu mal falei com ele hoje. - Sorri falso. 
Eles foram ver o palco e eu fiquei olhando do lado. Ver, o Luan naquele palco, me fez voltar cinco anos no passado. Lembrei dos nossos beijos, dos nossos abraços, dos nossos sorrisos mais sinceros. Ele cantava de uma forma única, que me encantava. Sua voz, sua aparência, seu físico, seu visual, tinham mudado, mas eu via nele o meu menino, o menino que me beijava, me abraçava, sonhador e que me fez se apaixonar. Tive meus pensamentos interrompidos por Roberval. 
- Você pode ser a nega né? 
- A nega? O que é isso? 
- Dançar com ele! - Ele foi pegando na minha mão e me puxando. 
- Não posso não. Eu nem sei o que é isso.
Anderson se aproximou e disse:
- Lembra da Garota Chocolate Juliana? 
- Claro. - É, elas me faziam ter ciúmes. 
- É só uma adaptação. Vai com o Rober.
- Não, é lugar de fã. 
- Olha pra esse lugar, pra plateia inteira. Desce lá, chama a menina que quiser e trás aqui. Se ela me convencer que é mais fã, que um dia você foi, eu me rendo. - Ele riu. 
Eu parei olhando pra ele. 
- Não se engane, aquele amor, está nos seus olhos agora. - Ele sorriu. 
- Eu vou me casar. - Aquilo estava entrando ainda na minha cabeça. 
- Não me referia á amor de homem e mulher, me refiro á amor de fã. Você foi a maior fã dele que eu conheci. 
Ele saiu e eu fiquei olhando Roberval. Ele riu e me puxou. 
- Vem logo vai. 

Bom, próximo capitulo é isso ai kkkk Posto depois de 8 comentários e se tiver a noite, eu posto outro! Identifiquem-se! Comentários, sugestões e criticas são bem vindas, desde que tenha educação. 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Capitulo 5

- Acostume-se! Ele vai voltar mais! Léo ama aqui, e pra você prender ele, vai ter que apreender a gostar. 
- AMOOOOOR! - Léo gritou. 
- Deve ser o taxi. - Me soltei. 
- Vem, vamos, respire fundo e trate muito bem Luan, ele não sabe ser grosso com que tem educação com ele. 
- Eu sei, farei isso. 
Fomos de mãos dadas até a sala e me despedi do meu pai, depois de mãe, assim como fazia Léo. 
- Tenham uma boa viagem! - Minha mãe gritou da porta abraçada ao meu pai enquanto entravamos no taxi. Logo estávamos no hotel nos arrumando e tomando banho. Peguei tudo que tínhamos tirado da mala e arrumei. Era 18:20 quando descemos pra encontrar Luan na recepção e Léo fechou a conta do hotel. Encontramos a produção e fomos na van com eles. Luan conversava com Léo e Dagmar me chamou. 
- Juliana? - Meu coração gelou. Quem quer que fosse que trabalhasse com ele, me causava isso. 
- Oi. 
- Vamos sair depois do show, vocês vão? - Ela estava tentando ser simpática. 
- Eu não sei, acho que Léo vai querer ir pra casa. - Sorri. Era o que me faltava.
- Claro que não Ju! Vamos sim ué? Vocês vão pra onde?
Joguei a cabeça pra trás quando Luan, Léo e o resto da equipe começaram a se animar combinando o programa de mais a noite. Mas logo chegamos no local do show e entramos pelo fundos. Era um local fechado, Citybank Hall. Era bem estruturado, então não tivemos problemas com segurança bem nada. Logo estávamos no camarim. Luan se aprontava enquanto Léo dava palpite na roupa dele. 
- Vocês querem assistir do palco ou do camarote? - Dagmar disse colocando um monte de pulseiras em mim e no Léo, depois um crachá. 
- Onde você vai ficar? - Tentei me enturmar com ela, sorrindo. 
- No palco! 
- Vou pro camarote com os meninos amor. - Léo disse pra mim. 
- Tudo bem. - Dei um beijo nele e vi Luan de olho na gente. - Se importa de não te acompanhar? 
- Não, tudo bem. 
Fiquei andando pelo local com Dagmar, conversávamos. Ela era legal, não tinha que ficar implicando só por que trabalhava pra ele. Eu conhecia poucos ali, quando fui embora, Luan não tinha essa equipe ainda. Luan estava atendendo camarim e Dagmar me chamou pra entrar no da banda. 
- Mas não vai atrapalhar? - Eles me reconheceriam. 
- Claro que não. 
Ela me puxou. De qualquer forma saberiam que eu estava ali mais cedo ou mais tarde. 

Amores, próximo capítulo ela vai se aproximar de Luan de um jeito inusitado. Logo, Léo começará a desconfiar por que tantas pessoas que cercam Luan conhecem Juliana. E vou pedir pra quem gostar e quiser, mostrar pra fãs que leem fanfic e tudo mais, assim a gente cresce mais e mais.  Quem faz a fanfic são vocês, eu só escrevo. E qualquer semelhança dessa frase com a Vanessa, que escrevia fanfic muito conhecidas, não é mera coincidência kk Posto depois de 7 comentários! Identifiquem-se! Comentários, sugestões e criticas são bem vindas, desde que tenha educação.

Capítulo 4

Legal, o que eu fiz pra merecer isso? Agora Leonardo ia ficar andando com Luan pra cima e pra baixo? Respirei fundo e segui com ele. Pegamos um táxi e depois de alguns minutos, estávamos em casa. Entramos no condomínio, nossos nomes eram liberados. Passamos uma tarde bem gostosa, até minha mãe ter a crise do casamento. 
- Eu não acredito que você vai casar. - Começou a chorar.
- Mãe, para...
- Oh meu anjo, se lembra quando mudou? Mudou tão triste. - Nesse momento, torci pra ela parar de falar. 
- Passou mãe, passou. 
- Vou pegar seus álbuns! Leonardo, você vai amar! 
Ela saiu animada e eu fechei os olhos, rezando meu quinto pai nosso do minuto. 
- Achei, olha isso Leonardo. - Ela começou abrir numa foto minha criança. 
Léo e ela riam de fotos e mais fotos, até chegar em algumas de antes da minha mudança. A cada pagina que ele virava, meu coração se angustiava. Ele olhava atentamente uma foto quando o celular dele tocou. Ele pediu licença, e saiu pra atender, deixando o álbum aberto em cima das minhas coxas. Peguei na folha que ele olhava, e virei a próxima pagina. Quase pulei ao ver minha foto beijando o Luan. Fechei o álbum e comecei a colocar todos na caixa de volta. 
- Mãe, guarda isso agora.
- Qual é o problema filha? Ele estava amando ver...
- Dona Regina, preste atenção. Aqui... - Levantei a caixa já tampada. - Tem fotos minhas beijando o Luan. 
- E qual o problema? 
- O problema, é que ele vai ser meu padrinho de casamento, esse é o problema! 
Ela abriu a boca e colocou a mão nela. 
- É isso mesmo. 
- O Léo não sabe? 
- Não! 
Ela num ato rápido pegou a caixa de minha mão e saiu pra guardar. Quando ela sentou de volta ao meu lado, Léo voltou. 
- Ué? Cada a caixa? 
- Ah, esquece essas fotos meu bem, quem vive de passado é museu! 
- Mas estava tão divertido. Mas é melhor mesmo, era Luan amor. - 
Tremi ao ouvir seu nome - Sairemos meia hora antes, é bom irmos indo não? Já chamei um táxi  ele vai nos pegar em 5 minutos. 
- Claro. - Sorri.
- Tchau Dona Regina. - Léo disse lhe dando um beijo. 
- Tchau Léo. Filha, vem aqui que quero te mostrar uma coisa! - Ela me puxou pra cozinha. 
- Você tem que contar, ou Luan vai contar. 
- Luan não vai contar. 
- Você vai? 
- Ainda não sei mãe.
- Fica longe desse menino Juliana, escuta o que eu to falando. 
- Não dá! Você viu ele falando? Ele não vai desgrudar do Luan tão cedo. - Levei as mãos á cabeça em sinal de desespero. 
- Vocês já se encontraram? 
- Sim, á algumas horas. Ficou um clima muito estranho. Mas ele não disse nada. É capaz de falar quando Léo nos deixar sozinhos. - Abracei ela. - Ai mãe, eu vou morrer! Ele não podia te ficado em Londres? Eu não podia ter ficado em Londres? 

Amores, espero que tenham gostado. Eu levantei da cama só pra postar pra vocês, considerem-se importantíssimas u.u kkk Posto depois de 7 comentários  e se tiver os comentários até a noite, eu posto outro ! Identifiquem-se ! Comentários, sugestões e criticas são bem vindas, desde que tenha educação.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Capítulo 3

Depois de alguns segundos de apreensão, a porta abria devagar, mas ela não abriu por completo, e eu não consegui vê-lo de onde estava.
- Quanto tempo cara! - Luan exaltou ao ver o amigo. Léo se aproximou da porta e o abraçou, agora podia ver um pouco Luan. 
Aquela voz havia mudado muito. Agora era mais forte, mais madura. Ela entrou nos meus ouvidos como musica. 
- Alguns meses Luan! - Léo ria. 
Ele se virou pra mim e agora a porta havia sido aberta completamente. Luan e Léo me olhavam. Fiquei sem graça e me senti mal. Vi o sorriso do rosto de Luan se desmanchar ao me ver, mas ele disfarçou. Estar tão perto depois de tanto tempo, fez minhas pernas bambearem.
- Luan, essa é a minha noiva, Juliana.
- Oi Juliana. - Luan não se aproximou, então tomei uma atitude. Andei até ele com minha cabeça me mandando voltar. Ao chegar perto, lhe dei um beijo no rosto.
- Tudo bem Luan? - Sorri firme. - Leonardo fala muito de você. - Meu coração parecia que sairia pela boca, mas eu não demostrava. Ser atriz tinha suas boas vantagens. 
- Tudo... Bem. - Percebi Luan surpreso. - Entrem, não posso ficar no corredor. 
Léo me deu a mão e sorriu, como se falasse que havia gostado da minha atitude. Me sentia mal escondendo aquilo dele, era tão bobo, mas eu não queria falar. Entramos e sentamos. O clima ficou estranho entre a gente, e Léo puxava assuntos, eu e Luan apenas respondíamos. Mas eu sabia que era questão de Léo se afastar que Luan falaria algo. Depois de um tempo ali, eu e Léo resolvemos ir visitar meus pais. Nos despedimos de Luan, que agiu com mais simpatia que antes comigo, mas me lançou um olhar significativo. Fomos pro nosso quarto e fui tomar banho. Enquanto me arrumava, Léo tomou o dele e eu terminava de secar meus cabelos quando ele já estava pronto. 
- Você se deu bem com Luan. 
- Me dei? - Perguntei quase deixando o secador cair. 
- Sim, foi simpática. Achei que iria trata-lo com desprezo. 
- Desprezo? - Dessa vez, não foi o secador, foi eu que quase cai. 
- Ta tudo bem? Tira esse salto, vamos pra sua casa. 
- Ta tudo bem. É que acabei de colocar, já acostumei. 
- Ata. Então, achei que fosse trata-lo com desprezo por causa da nossa conversa no aeroporto. 
- Não, claro que não. É seu amigo não é? - Coloquei o secador no lugar e me aproximei de Leonardo, o beijando e colocando minhas mãos em sua nuca, enquanto ele me abraçava.
- To com saudade suas sabia? - Ele mordeu minha orelha. 
- Eu também. - Sussurrei. - Mas, a noite matamos essa saudade não é? Minha mãe está esperando. 
- Vamos. - Ele sorriu. - Temos que estar prontos as 19:00 viu? Com mala arrumada e tudo. Depois do show, vamos com Luan pra Londrina.

Amores, espero que gostem... Me deem sugestões, criticas, qualquer coisa que vier com educação é bem aceita. Bom, posto depois de 5 comentários... identifique-se!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Capítulo 2

Depois de horas de viagem o meu avião pousou no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Dali a pouco, encontraria o Luan Santana no hotel. Faz anos que não vejo ele, e vou confessar que nem procurei noticias. Estava curiosa, eu ao mesmo tempo odiando aquilo. Por que eu tinha que me apaixonar logo pelo melhor amigo do cara? Por que o melhor amigo de Léo, tinha que ser meu ex? Descemos do avião, pegamos nossas malas e ao sair do aeroporto, o vento frio soprou no meu rosto. Era inverno no Brasil, mas nada ao o que não estivesse acostumada, Londres era bem pior. Coloquei meu cardigã enquanto Léo avistava um táxi  Assim que ele achou um, fui atrás com a minha grande mala. O taxista ajudou Léo a acomodar as nossas coisas no porta-malas e em segundos estávamos entrando no transito carioca. Abaixei o vidro olhando tudo á minha volta. Eu havia me esquecido de como o Rio era lindo. Morei minha vida inteira ali, digamos que era de uma família bem de vida, levava uma vida perfeita naquela cidade.
- Hoje vamos visitar seus pais mais tarde, e de noite, acompanharemos Luan no show, tudo bem? - Léo falou enquanto eu olhava a praia. Passávamos bem na orla. Tinha me esquecido que as praias do Brasil são as mais belas.
- Está bem. - Sorri pra ele.
Tirei os olhos da paisagem e dirigi eles á Léo. - Eu te amo, sabia?
- Eu te amo mais!
Seus lábios tocaram os meus com delicadeza, e depois tomaram um ar mais intenso, mas fomos atrapalhados pelo seu celular.
- Desculpa meu amor...
- Eu sei, você precisa atender. - Sorri. Ele sorriu e atendeu.
Leonardo era do tipo viciado no trabalho. Vivia se comunicando, mas eu não me importava, verdadeiramente. Ele era advogado. Quando o táxi parou em frente a um hotel grande, Leonardo ainda estava no celular. Havia algumas fãs na porta. O taxista ajudou a pegar as malas e entramos no hotel, Léo fez as hospedagens com o telefone no ouvido, aquilo já me deixava nervosa. Nos dirigimos ao nosso quarto e nos acomodamos, então, enfim, Leonardo desligou o telefone.
- Amor, venha, vamos te levar pra conhecer meu amigo.
- Agora?
- É. - Ele me puxou pra fora do quarto e fomos andando no mesmo andar, entre os corredores, até Léo para em frente ao numero 714. Ele bateu na porta e em seguida disse:
- Luan, é o Léo.

Oi amores, espero que estejam gostando. me deem dicas. Bom, posto depois de 5 comentários... Identifique-se por favor!