domingo, 3 de março de 2013

Capitulo 36


Luan dirigia até a cidade no fim da tarde. A viagem era bem tranquila, conversávamos e cantávamos alguma musica que tocava no radio do carro e claro, ele humilhava minha voz. Depois de uma hora mais ou menos, Luan parou o carro em frente ao aeroporto de Londrina. Á cinco quadras dali, a tristeza tomou conta do lugar. Paramos alguns segundos, respirando profundamente. Nossas despedidas eram sempre tristes demais, principalmente depois de dias juntos. Mas dessa vez, tínhamos certeza que nosso reencontro levaria pelo menos 2 semanas. Luan faria uma turnê no nordeste e não poderia nos ver. 
- Vem comigo, vem? 
- Luan, já conversamos. Não queremos problemas.
- Ninguém tem nada com isso. 
- Eu sei disso, mas você também sabe que o que tem entre nós, é muito melhor assim. 
- Eu sei. - Ele sorriu forçado. 
- Então para com isso. 
- Ta bom minha mandona. - Ele disse rindo e puxando meu rosto até o dele e colando nossos lábios. 
- Preciso ir. 
- Eu te amo. 
- Eu te vivo príncipe. - Sorri. 
Lhe abracei forte e fui abrindo a maçaneta, mas ele também saiu. Tirou minha mala do banco de trás e eu ergui a alça. 
- Vamos nos ver logo amor. - Passei a mão sobre seu rosto. 
- Vem, vou ir com você. 
Sorri e ele pegou a mala da minha mão, e me deu a mão livre, me acompanhando até o balcão da companhia. Ele me levou em seguida até o local do embarque e esperou um tempo ali comigo. Depois, quando meu avião ia sair, nos despedimos de vez com o pedido dele para que ligasse quando estivesse em casa. Luan, sempre se demonstrava preocupado comigo, e eu amava isso. Ele cuidava de mim, e acho que essa é a maior prova de amor de um homem. 

Narrado por Luan 

Cheguei em casa devagar, coloquei o carro na garagem e entrei. Meus pais estavam na sala, e eu cumprimentei ele. 
- Oi família. 
- Oi filho, chegou tarde. - Minha mãe falou me dando um beijo. - Roberval vai passar aqui em meia hora. 
- Fui levar a Ju no aeroporto. Eu me arrumo em vinte minutos. 
Sai correndo em direção ao meu quarto. Entrei no banho e sai em tempo recorde. Peguei uma roupa e me arrumei. Já tinha que ficar pronto pro camarim, então demorou um pouco mais. Arrumei o cabelo e quando vi, Roberval já devia estarem casa. Minha mala já estava pronta, levaria muitas roupas dessa vez. Desci as escadas e como previ ele estava lá. Me despedi dos meus pais e fomos pro aeroporto. Voamos direto pro nordeste e depois as coisas ficaram maiores. Havia fãs em todos os locais e naquele dia fui direto pro show. Recorde batido e fui descansar no hotel. Lembrei de Ju e casei meu celular na mochila. Tinha acabado a bateria. Coloquei pra carregar e fui tomar banho. Quando voltei, ela havia me liga quando eu estava no avião. Retornei mais ela não atendeu. Eu estava cansado e acabei dormindo. No dia seguinte, era hora do almoço quando acordei. Roberval me trazia o almoço. Comi e depois fui tomar banho e me trocar. Tinha uma entrevista. Se passaram dois dias, e quando eu ligava, Juliana não atendia, ou ela ligava e eu não atendia. Até receber uma ligação que me preocupou. 
- Alô? Luan? 
- Oi, Giovanna? 
- É, sou eu. Onde está? Está ocupado? 
- Não, pode falar. Acabei de chegar no hotel, estou no Maranhão. 
- Luan, você sabe da Juliana? 
- Por que? O que aconteceu? 
- Ela me ligou ontem. Disse que estava passando mal, que precisava de ajuda. Mas eu estou em Brasilia, não pude ajuda-la. Disse que tentaria alguém, mas depois ela não voltou a atender. Estou ligando pra ela desde ontem, ela não me atende. 
- Ai meu Deus. Faz um três dias que não consigo falar com ela. Eu vou ver alguém pra ir atras dela. - Fiquei nervoso. - Cade os pais dela? 
- Estão viajando. Desculpa, não quis preocupar você. 
- Não, eu vou mandar alguém até o apartamento. Ela devia ter me avisado. 
- Acho que não quis te deixar nervoso. 
- Eu imagino que sim. Eu vou ver isso, obrigado Gi. 
- De nada. 
Desliguei rapidamente o celular e sai correndo até o quarto do Roberval, sem camisa mesmo e descalço. Bati muito na porta.
- Tinha que ser. O que foi? 
- Preciso de alguém no Rio. - Ele abriu e eu já fui entrando. 
- O que foi?
- Juliana ligou pra amiga no Rio, e disse que precisava de ajuda. Ela estava passando mal e agora não atende ninguém. - Tentava falar com ela pelo telefone. - Quem está lá? 
- Não consigo pensar em ninguém. 
- Vou mandar a Bruna lá. Eu podia pegar o avião, mas não dá tempo de voltar a tempo. Onde está o bicuço? 
- Aqui. 
- Eu tenho uma chave aqui. Vou manda ele pra Londrina e a Bruna pra lá. 
- Ela está em Londrina? 
- Sim. 
- Não está exagerando? 
- Ela não fala com ninguém desde ontem cedo. Aconteceu alguma coisa. 
Desliguei o telefone e disquei pra Bruna. 
- Oi Luan, tudo bem? 
- Preciso de um favor. Me ajuda. 
- O que quer? 
- Preciso que vá pro Rio, por favor. 

Amores, postando. Desculpa a demora. Posto depois de 8 comentários... E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões, dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo... 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Capitulo 35


Meus olhos lacrimejavam de forma surpreendente. Eu mal podia crer o que ouvia. O que vinha sendo meu desejo em dias, se tornou algo inacreditável quando aconteceu. Demorei alguns segundos tentando processar tudo. 
- Ju, fala alguma coisa. - Ele riu sem graça, apreensivo. 
- Eu... Sempre fui sua. - Levei minha mão até a dele e acariciei devagar. Ele pegou ela, sorrindo, e levou até aos lábios, depositando um beijo macio, mas preciso. 
- Eu te amo tanto. - Luan disse.
Levantei da mesa, não aguentando mais toda nossa distancia. Puxei minha mesa até mais próximo dele e me aproximei. 
- Meu namorado. - Sorri e lhe dei um beijo. 
Aquela noite acabou no hotel, o de nos entregamos com amor.

Cinco meses depois... 

O sol brilhava forte e o céu estava extremamente azul. A paisagem era linda vista dali. A chácara de Luan realmente ficava muito bem localizada. Abraçados, observávamos a vista da área da piscina. Estávamos sozinhos ali a dois dias, mas voltaríamos pra rotina em apenas um. Era a tarde, abraçados, deixamos o tempo passar ali. Era impressionante que quando ficávamos longe, não pensávamos em nada. Eu amava minha vida, ele amava a dele, mas nós dois, sempre que fosse pra ficarmos juntos, preferíamos nos isolar dessa forma. Sem ninguém no meio do amor, só nos dois. Nos amávamos, mas as coisas tinham mudado um pouco desde nossos tempos de adolescente. Agora Luan tinha que fazer a barba toda semana e eu devia me preocupar com minha aparência. E isso, eram só marcas da nossa nova idade adulta. Tudo bem, não tão nova, mas agora isso entrava muito mais em contraste. Nosso primeiro namoro era mais puro, éramos mais puros. E não, por Deus, não estou reclamando ou me queixando, só analisando um pouco nossa vida. Além de todas as aparências, havia outras coisas. Era tudo mais serio. Antes, éramos crianças em busca de sonhos, hoje, lutávamos pra manter nossos sonhos. Eu tinha passado no teste e me mudado pra um bairro famoso do Rio, em um apartamento chique, e claro, por exigência dos meus pais. Eu não precisava de luxo, mas eles fizeram questão de me dar esse presente quando souberam que voltaria pra minha terra. Estava gravando, e conquistando a equipe da novela. Estavam gostando do meu trabalho e eu estava realizada. Luan estava envolvido no seu novo projeto, e como consequência, era alvo da mídia, que viu no anuncio do nosso namoro, uma nova diversão. Como consequência, a equipe e as fãs me viram como algo que não estava trazendo boas coisas. Enquanto nada era serio, eu era tratada com educação, como todas que um dia passaram por ali para fazer companhia pra ele depois de um dos shows, mas depois do pedido de namoro, as coisas sempre mudavam. ninguém nada dizia, mas era pensado, e sabíamos disso. Nosso amor era um alvo constante, até das nossas famílias. Meus pais diziam que agora eu tinha conseguido tudo que um dia quis, que não era mais a garotinha que namorava o cantor. Seus pais falavam que ele não podia se comprometer daquela forma, e sua mãe lembrava bem da tristeza dele quando parti a anos atras. Então, sempre buscávamos um jeito de se ver pelo menos duas vezes na semana. ou Luan fugia pro meu apartamento depois de algum show próximo, ou eu fugia até seu quarto de hotel. Ah, como pais são complicados! Uma vez ao mês, conseguíamos um espaço de dois ou três dias e íamos até a chácara, sozinhos. Eu não me importava. Apesar da saudade, fui criada pra não sentir falta de nada durante a rotina. Era mais fácil pra alguém que era independente como eu. Mas Luan não estava satisfeito. Ele era oposto de mim. Dependente, me queria viajando com ele, mas nós dois entendíamos que as coisas não eram assim. 
- Eu queria passar mais tempo com você. - Ele disse olhavam o lago a nossa frente, com a cabeça em meu colo enquanto eu acariciava seus cabelos. 
- Um dia meu amor, vamos ter paciência. 

Amores, espero que gostem. Tenho ideias incríveis aqui, puxados mais pro drama, porém, algo inédito nas minhas fanfics, drama e o amor juntos. Acho que vão gostar disso tudo que estou imaginando kk Posto depois de 10 comentários... E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões, dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo... 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Capitulo 34


Amores, sobre as perguntas do contos, eu logo resolvo a situação dele. Já sei o que vou fazer lá, mas to escrevendo o final da historia que ainda não acabou, assim que eu terminar, a gente conversa, tudo bem? 


Olhei pra mim e depois fui até o espelho. Vesti um shorts jeans curto que eu amava e uma regata, colocando um cinto. 
- Por que? Ta feio? 
- Não, ta lindo. Mas é que... 
- É que? 
- Nada, vamos comer. 
- O que tem de errado Luan? - Disse sentando na mesa. 
- Não gosto que você anda de roupas assim. - Ele disse como se mal estivesse se importando, pegando um pão. 
Comecei a rir e ele parou me olhando bravo. 
- Qual o problema? - Ele perguntou impaciente.
- Qual o seu problema? Por que não gosta? 
- Por que se alguém mexer, você não vai conseguir se defender sozinha. 
- Luan, calma, não vou sair sozinha. E além do mais, sempre quando saio assim estou de carro. E hoje, vou com o Giovanni. Obrigado pela preocupação comigo, isso é lindo. - Sorri pra ele. 
No começo, Luan continuou serio, mas depois foi soltando um sorriso devagar. 
Continuamos a comer conversando, em nenhum momento tocamos na noite anterior. Logo terminamos e ele teve que sair, me deixando sozinha igual uma boba rindo apaixonada deitada na cama. Uns cinco minutos depois, bateram na porta. 
- Quem é? - Me levantei. 
- Giovanni. - Corri até a porta e abri, pulando no colo dele, que me segurou. 
- Calma sua louca. - Abraçava ele e riamos. 
Ele entrou no quarto e me colocou no chão. Fechei a porta. 
- Onde está Luan? - Ele perguntou. 
- Acabou de sair. 
- E essa cara de apaixonada?
- Pois é, olha o que ele faz comigo. - Rimos. 
Puxei ele e sentamos na cama. 
- Ele está te tratando bem?
- Melhor impossível. - Sorri. - Mas você sabe, eu sou insegura. 
- Eu sei. Mas está insegura? 
- Estou, um pouco. Ontem eu fiz coisas muito feias com ele. - Fiz uma careta. 
- Ai Juliana, me conta. - Ele olhou com cara de quem sabia que teria que me dar um bronca. 
Contei o episódio da noite passada pra ele, enquanto ele ouvia atendo e pasmo com o que eu falava. Giovanni era o tipo irmão. Ele quem me aconselhava quando eu mais precisava, além de Nana e Jenifer. Ele me dava broncas e dizia que aquilo estava errado. Eu sentia muito falta dele na minha vida. Eu era um pouco distante dos meus pais, eles pegavam demais no meu pé, sempre querendo que fizesse as coisas do jeito dele. Mas eu os amava, e sabia que um dia sentiria falta da aproximação maior com eles, e melhor nosso relacionamento estava nos meus planos pra quando me mudasse pro Rio. Na verdade, eles não se importavam muito. Meus pais haviam me criado pro mundo, diferente de muitos pais da idade deles. Eles queria que eu soubesse viver sem eles. Sempre diziam que eu teria que fazer minha vida, e que um dia não poderiam me ajudar. Mas eu queria me aproximar deles. 
- Eu não acredito Juliana! Quer perder ele? 
- Não, claro que não. - Disse sem graças. 
- Pediu desculpas depois? Olhando nos olhos, como ele pediu? 
- Não. Hoje não falamos nisso. 
- Você vai pedir desculpas, está me ouvindo? 
- Eu sei, eu vou pedir. 
- Você está pirando a toa. Ele te ama Juliana, dá pra ver nos olhos dele. Se ele não te amasse, ele não se arriscaria por você como se arrisca. Ele já te assumiu e você mal percebeu. - Sorri com sua declaração. - Ele está te trazendo com ele, não foi na imprensa desmentir o noticiaram, ele está correndo o risco de fãs te verem aqui, de questionarem ele, e mal se importa. Te deixa em cima do palco, num lugar reservado, verdade, mas mesmo assim alguém pode te ver ali, repórteres ficam ali. Ele não se importa que vejam vocês juntos. Ele te levou na casa dele, te ajudou a procurar uma casa. Viajou quase 6 horas de carro, na folga dele pra te pegar no aeroporto. Ele até demonstrou ciumes de você, preocupação. Nenhum homem faz isso sem amar uma mulher. Chega dessa insegurança idiota.
Resolvi realmente acreditar nas palavras dele. Eram puramente verdade. Quando ouvi elas, toda a insegurança sumiu. Passamos um tempo no hotel, depois fomos almoçar em um restaurante que ele disse que gostava. Rimos e brincamos a tarde toda, como a tempos não fazíamos. Era bom ter ele por perto. Quando ele foi me deixar no hotel, parou na frente e havia fãs do Luan ali. Respirei fundo. 
- O que foi? 
- Elas vão me reconhecer. 
- Entra como se nada estivesse acontecendo, talvez nem percebam. E se perceberem, não vão te falar nada, vão comentar depois. Mas depois você vai estar no quarto. 
- Que horas são? 
- Quase 19:00. 
- Luan deve estar lá já. 
- Não vão te falar nada. 
- Entra comigo? 
- Sim. Vamos. - Ele desligou o carro e saiu. Esperei pra abri a porta quando ele já estava perto. Fechei a porta e ele travou, descemos e ele começou a falar comigo. Eu nervosa, nem respondia, mas percebi que era pras meninas não prestarem atenção na gente. Entramos e ele me deixou no hall. 
- Vou embora. Olha, fica calma, tudo bem? Eu acho que nem te viram. 
- Ta bom. Obrigado. 
Agradeci ele pela companhia e logo subi. Abri a porta do quarto, Luan falava no celular alto lá de dentro. Estava só de toalha enrolada na cintura. Quando me viu, se despediu e desligou o celular. 
- Oi amor. - Sorri com o jeito que ele me chamou. "Amor". 
- Oi Lu. - Dei um selinho nele. - Olha, eu quero falar com você. - Sorri sem graça.
- O que foi? 
- Eu queria pedir desculpas por on... - Ele me interrompeu, colocando o dedo sobre minha boca. 
- Não, para. Passou. Agora vai tomar banho e tirar essa roupa minuscula por favor. Se arruma que a gente vai sair. 
Sorri. 
- Não vamos embora? 
- Não. Vamos amanhã. Hoje quero te levar num lugar, tudo bem? Só a gente. 
- Serio? - Perguntei sorrindo.
- Sim. Agora vai logo que está ficando tarde. 
- Ta bom. - Ri correndo por banheiro. Tomei banho rápido. Sai e Luan estava arrumado. Ele se vestia com uma roupa elegante, mas não social. 
- Onde vamos? - Perguntei olhando pra ele. 
- Vai Ju, estamos atrasados. - Ele arrumava o cabelo. 
- Que roupa eu visto Luan? 
- Um vestido bonito Ju. 
- Tudo bem. 
Peguei um vestido que ia até o meio da minha coxa, preto, com paetês, clássico. Vesti um salto e fiz uma maquiagem bonita. Luan tinha saído do quarto, dizia que logo voltava. Ele abriu a porta e sorriu pra mim. 
- Você está linda Ju. 
- Obrigado.
- Pronta? 
- Sim. 
- Vamos. - Ele me deu as mãos e descemos até a garagem. Seguimos até um carro preto e ele foi destravando. 
- Você vai dirigir? 
- Sim. - Ele riu. - Tem um GPS. 
Luan abriu a porta pra mim e agradeci. No caminho, conversávamos. Ele perguntou como havia sido meu dia, eu perguntei do dele. 
- Estamos chegando. - Ele sorriu. - Olha, precisamos ser discretos, tudo bem? 
- Claro. - Sorri.
- Não quero causar tumultos.
- Não seria legal. - Ri e ele me acompanhou.
- Vai dar tudo certo. 
Ele estacionou na frente de um teatro. Olhei tentando ver onde estávamos. Um manobrista abriu a porta pra mim e Luan entregou a chave, parando ao meu lado. Olhei o cartaz na porta, enquanto nos aproximávamos. Era uma peça, de grandes atores, que eu havia comentado com ele que queria ver. Entramos e quando já estávamos sentados, pra não chamar atenção, disse:
- Não acredito que você lembrou que eu queria ver essa peça.
- Eu presto atenção no que fala Ju. - Ele riu. - Gostou? 
- Amei. - Sorri. - Obrigado. 
- Essa noite vai ser especial pra nós. - Ele sorriu e anunciaram o começo da peça. 
Sai de lá encantada, era melhor do que eu imaginava. Aquele mundo me fascinava. Conseguimos chegar ao carro sem ninguém notar a presença de Luan. Conversamos sobre a peça e sobre nossa aventura da noite, sem ninguém nos ver. Cada segundo estava incrível. Depois fomos jantar num restaurante italiano muito conhecido e foi ali que tive uma surpresa. 
- Ju? - Luan me chamou enquanto eu olhava o cardápio. 
- Oi. - Sorri levantando a cabeça. 
Ele estendeu a mão sobre a mesa e eu peguei nela.
- O que foi Lu? 
- Eu estava pensando e percebi que faz um tempo que você se separou e eu não te pedi em namoro. - Meu coração pulou. - Eu acho que como não conseguimos mais ficar separados, eu tinha me esquecido desse detalhe. Eu tenho tanta certeza do meu amor, que eu acho que poderia te pedir em casamento agora. - Eu já estava emocionada, lagrimas molhavam meus olhos devagar. - Pode me chamar de louco, eu sei. - Rimos. - Mas eu sou louco por você. Quer ser minha namorada?

Até que enfim *----* Posto depois de 10 comentários... E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões, dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo... 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Capitulo 33


Narrado por Juliana. 

Acordei com os braços de Luan a minha volta. Sorri de leve, sentindo como era bom seu toque. Lembrei da noite anterior, caindo em mim e vendo como estava sendo idiota. Pensei muito em tudo, e depois me veio a mente o motivo de Luan me abraçar daquele jeito se estava bravo comigo. Ele se mexeu de leve, fiquei ali observando cada movimento dele. Luan abriu os olhos devagar. Sorriu me olhando e depois apertou seu braço em minha volta, me dando um beijo na testa e saindo em seguida da cama e entrando no banheiro. Um tempo depois escutei o barulho do chuveiro. Levantei e peguei o telefone, ligando pra recepção e pedindo um café da manhã. Meu celular vibrou e era um SMS do Giovanni. Olhei o relógio e já quase o onze da manhã. Disquei o numero do Gi e liguei. 
- Eu também to morrendo de saudade. - Disse rindo e respondendo sua mensagem. 
- Ai menina, não some mais. 
- Eu só estava resolvendo minha vida.
- E o que vai ser agora? 
- Vou fazer um teste pra um papel numa novela da Globo e se passar me mudo pro Rio. Ah, eu me separei. 
- Eu imaginei, pelas fotos. Olha minha situação, fico sabendo das coisas pela imprensa quando vejo uma manchete com o nome do Luan. Coisa de amigo isso. 
- Para com isso manhoso. Falando nisso... Vem me ver, estou em São Paulo. 
- O que você ta fazendo aqui? 
- Obrigado pela sua recepção na sua terra, agradecida. - Ri. - Estou com o Luan, teve show dele ontem. 
- Ata. Eu não sabia. 
- Acho que anda trabalhando muito.
- Não, sou desatualizado mesmo. - Rimos. - Me passa o nome do hotel, to indo ai. Da tempo de chegar? 
- Dá. - Disse passando os dados do hotel. 
- Ok, to indo ai, libera minha entrada? 
- Tudo bem. Vem. 
- Beijos. 
- Beijos feio. 
Desliguei o telefone e escutei a porta do banheiro se abrir. 
- Pra que feio você manda beijos? 
- Pro Giovanni. Ah, ele vem aqui, se importa? - Disse entrando no banheiro, fechando a porta e escova do os dentes. 
- Não. É até bom, vou pedir algo pra comer e preciso sair. 
- Onde você vai? 
- Preciso comprar uma coisa, e depois tenho uma entrevista. E você não pode ir. - Ele disse baixo, com intenção de não escuta-lo. 
- Tudo bem. Quando você volta? 
- Acho que lá pelas 18:00. 
- Tudo bem. - Gritei dessa vez. - Ah, já pedi o café. 
- Obrigado. 
Liguei o chuveiro e tomei me banho, pensando no motivo dele não querer me levar. Depois me lembrei da onde ele ia, uma entrevista, era fato que ele não podia me levar. Desliguei o chuveiro e sai de toalha. Fui até minha mala e procurei uma roupa sobre os olhares de Luan. 
- Você fica linda assim, sabia? 
Fiquei sem graça com seu elogio. 
- Você é lindo de qualquer forma. 
- Tinha me esquecido, de como você era linda de cabelo molhado. - Ele disse se levantando da cama já arrumado e me deu um beijo, me colando nele. 
Quando ele separou nossos lábios, eu vi que havia molhado sua camiseta. 
- Vai ter que trocar de camiseta. - Ri. 
- Eu não me importa. - Ele tirou ela e riu pra mim. 
Bateram na porta, era o café. Luan tacou a camiseta na cama e foi em direção a porta. Terminei de pegar minha roupa e ele gritou. 
- Juliana, vai ficar ai? 
- Oi? - Fechei a mala. 
- Vai pro banheiro Ju. - Ele riu e eu corri. Ouvi ele abrindo a porta e depois falando com alguém enquanto eu me trocava. Quando sai, ele já estava arrumando o café na mesa e com uma blusa em cima do ombro. Ele tacou ela na cama e olhou pra mim. 
- Não tinha uma roupa melhor?

Amores, acho que vou postar outro... Prometi ontem, eu sei. Mas eu estava escrevendo agora, e está muito daora, mas tipo, eu não sei se vai ficar grandinho, então vou ver agora ok? Mas agora vem ai capítulos lindos, beleza? Comentem. E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões, dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo... 

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Capitulo 32


- Ceninha?
- É Juliana! A bebida, essa historia de ficar toda estressadinha, brigar com a mulher... Você sabe. 
- Eu não sei ainda por implicou com um copo Luan. 
- Então o problema foi eu não querer que você beba? 
- Sim. - Menti. 
Ele sentou na cama tirando a blusa, o relógio e as pulseiras. Eu olhava tudo sem dizer nada. 
- Da próxima vez, vê se não vai pirar viu? Por que sinceramente... - Ele tirou o tênis. - Ridículo o que você fez. E sem motivos. Se tinha algum problema, era bem mais fácil sentar e conversar. 
Comecei a sentir meus olhos se molharem. Droga, só podia ser TPM. 
- Você não me entende. 
- Não mesmo. E para com isso. Não vai chorar por nada Juliana. 
- Eu não estou chorando. 
- Vem aqui. - Ele bateu na cama ao seu lado. - Por que está assim? 
- Eu não quero. - Sai dali e entrei no banheiro, trancando a porta. Apoie na mesma e chorei um pouco. Eu estava insegura demais com tudo isso. 
- Ju, vamos conversar. Não quero perder minha paciência com você. Larga de ser mimada e abre essa porta. - Luan bateu. 
- Me deixa quieta Luan. 
- Meu Deus, por que você é tão mimada? Pode sair e me explicar o que é isso? 
- Me desculpa. 
- Ju, vem aqui fora. - Ele dava leves tapas na porta. 
- Você vai me desculpar? 
- Vem conversar comigo aqui, pedir desculpas olhando nos meus olhos. 
- Não Luan. 
- Então dorme ai, cansei dessa cena ridícula Juliana. 
Ele saiu da porta e ficou tudo em silencio. Sai do banheiro com receio e ele estava deitado já, virado pro lado oposto de mim. Eu sabia que ele ainda não dormia, mas sentei na cama e chamei baixo. Peguei em seu braço e chamei seu nome novamente. Ele não me respondeu, estava me dando um gelo. 
- Pode falar comigo? 
- Não quero. 
- Quero te pedir desculpas. 
- Agora quem não quer conversar sou eu. 
Virei pro lado e me troquei, dormi com a consciência pesada, eu sabia que aquela cena estava sendo ridícula mesmo. Minha noite foi um pesadelo. 

Narrado por Luan. 

Acordei com Juliana se mexendo muito na cama, ela se revirava demais. Sentei devagar e olhei. 
- Juliana.... - Balancei ela. - Juliana acorda! 
Fui remexendo ela e ela despertou assustada, sentando rápido e começou a respirar pesado. 
- O que foi? Você ta bem? - Comecei a segurar seu cabelo e abraça - la. - Fica calma.
Fiquei acariciando seu cabelo e depois arrumei ela, deitando sobre meu corpo. Fiquei fazendo cafuné em sua cabeça até ela dormir novamente. 
- É minha mimadinha, eu te amo demais. 

Ta pequeno, mas por que quero postar mais um hoje. Posto depois de 5 comentários... E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões, dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo... 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Capitulo 31


Naquele show, tivemos uma surpresa. Estava bem no meu canto, do lado do palco quando Roberval chegou ao meu lado sorrindo.
- Olha isso! - Disse tirando sua maquina fotográfica do pescoço e me dando. 
Olhei assustada pra ele, ele sorria. Apertei um botão e a maquina se acendeu. Era uma foto, de um cartaz. 
- " Luan, você sabe que estamos com você, e agora com a Ju. Não se escondam. " - Li emocionada. 
- Clica na seta. 
Olhei pra ele com um sorriso grande. Apertei a seta e apareceu outro, e depois outro e mais uns 5 em seguida. 
- Mentira isso não? 
- Olha lá! - Ele apontou pra alguns cartazes. - Esta vendo? 
- Sim. - Deixei uma lagrima cair. - Luan já viu? 
- Sim. Ele está muito feliz. 
- Ai que alivio. - Me apoiei na estrutura. 
- Eu imagino. - Ele riu. - Luan tem sorte, as vezes são possessivas, mas elas amam ele. 
- Eu sei. - Sorri. - Ele tem sorte. 
- Vai pra van, o show acaba em 5 minutos. 
- Ok. 
Sai de lá e fui até o local sozinha. Tinha uma funcionário do Luan me esperando e ele abriu a porta e me acomodou. Esperei lá por algum tempo, Luan demorou uns 20 minutos. Ele passaria no camarim antes pra se arrumar, dali, iríamos pra Outlwas. Quando ele chegou, estava radiante. Correi até onde eu estava e me beijou. 
- Você viu? Elas estão com a gente! 
- Elas te amam.
Luan foi falando rapidamente tudo, mal conseguíamos acompanha-lo. Eu, Rober, Well e Gutão rimos dele, ele estava feliz, contava tudo que vinha a cabeça. Logo chegamos e entramos sem causar tumulto, quase ninguém nos viu. Logo fomos pro camarote e depois Luan foi pegar uma bebida. Eu nunca gostei, mas eu estava feliz, acabei aceitando. Ficamos ali, vendo um pouco a dupla que cantava, abraçados. Mas minha noite começou a ficar mal, bem mal. Luan, que estava atras de mim se virou de repente. Um amigo tinha cutucado ele, eles se cumprimentaram, trocaram algumas palavras. A musica tinha parado, a dupla conversava com a plateia. 
- João, essa é a Ju. 
- Prazer. - João me cumprimentou com um sorriso e simpatia. 
- Prazer João. 
- Linda você. - Disse me olhando. - Namorada nova? - Sorriu pra Luan. 
- Er... Não exatamente. 
Uma musica começou a tocar enquanto fechei a cara e me virei pro palco, deixando eles conversando. Eu sabia que não podia cobrar nada, mas lembrei que ele não havia me pedido em namoro. O que éramos então? Eu não estava acostumada a beber, e aquilo começou a virar a minha cabeça, o copo de Luan estava em minha mão. Levei ao nariz e cheirei. Era mais forte que a minha, certamente. Olhei com tristeza e virei todo o copo, colocando garganta a baixo. Queimou minha garganta e me surpreendi com uma mão que arrancou o copo de mim. 
- É muito forte Juliana. 
- E por que bebe então? - Fui grossa. Eu não devia. 
João já havia ido embora. 
- Eu bebo muito mais que você, quase nunca te vi beber. E se queria, por que não pediu? 
- Ah, desculpa. Achei que não se importaria. - Disse sem graça. 
Eu não estava mais me sentido a vontade. 
- Não quero que começa a beber as mesmas coisas que eu. 
- Luan, foi só um gole! Que saco. 
- Alá, já está ficando alterada. 
- Dá um tempo! 
Sai de perto dele, chateada. Eu estava mesmo de mau humor. Eu, mais que a insegurança natural de toda mulher, tinha um bônus dela. Me dirigi até o banheiro e ali chorei um pouco. Depois arrumei minha maquiagem e resolvi agir. Iria pedir o Luan em namoro. Eu sei que não tinha sentido nenhum, mas eu larguei a minha vida por ele, nada mais teria sentido. Sai do banheiro caçando ele entre as pessoas. Avistei ele no mesmo lugar que havia deixado, mas havia uma mulher se esfregando nele, e ele dava a maior bola. Cheguei do lado e afastei ela dele, que se assustou. 
- Licença querida. 
- Hey, qual a sua? - A mulher perguntou com uma cara de quem era aquelas vadias de balada, que nem sabia seu nome. 
- Ele está acompanhado. Sai daqui. - Disse colocando meus braços em seu pescoço.
Luan deslizou suas mãos até minha cintura e me olhava com receio. 
- Ju... 
- Fica quieto Luan. 
- Deixa ele falar querida, ele não disse que estava acompanhado. 
- Isso é problema meu com ele, agora vaza. - Comecei a me irritar de verdade. 
A piriguete saiu e Luan ficou um tempo me olhando.
- Juliana, pegou pesado. 
Soltei dele. 
- Eu sai e já deixou uma vadia se esfregar em você?
- Você me deixou sozinho aqui, saiu bravinha e estressada. Eu acho que já deu de beber né? Não sei o que te fiz. 
- Eu quero ir pro hotel. 
- Mal chegamos, vai acabar assim com a noite? - Ele me puxou pra um abraço. 
- Eu não quero ficar aqui Luan. - Disse seria. 
- Tudo bem. Vamos! - Ele disse batendo a mão no bolso e mandando um SMS pro pessoal. 
- E o resto? 
- Depois a van volta. 
Ele estava visivelmente irritado, e não lhe culpava. Eu estava sendo criança, mas estava insegura. Respirei fundo no caminho, e logo estávamos dentro da van. Logo chegamos no hotel, Luan estava bravo. 
- Posso saber o por que dessa ceninha toda? - Ele disse serio. 

Amores, ta ai um pouquinho de emoção. É um casal bem diferente um do outro, brigas são importantes pra fixar isso. Bom, não viram enquete por que a lerda aqui esqueceu de colocar, podem xingar, eu deixo. Me desculpem... Mas o próximo é vocês que decidem, votem lá ok? Beijos. Posto depois de 12 comentários... E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões, dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Capitulo 30


Desliguei o computador e sentei novamente do lado da Juliana. 
- Me desculpa por essa confusão. 
- Não, não precisa pedir desculpas. Eu entrei nisso sabendo o que poderia acontecer meu amor. 
- O que vai fazer? 
- Preciso de uma assessora. - Ele riu. - Ai, não sei. O que acha de assumir nosso relacionamento. 
- Se puder te ajudar, tudo bem. Mas, eu não queria agora. Eu não quero expor minha separação com o Leonardo. 
- Eu te entendo. Eu vou falar que não quero falar sobre isso. 
- E suas fãs? 
- Eu converso melhor com elas. Vou ligar pro Anderson. 
- Vou fazer um lanche pra gente. 
- Vai lá, to com fome. Sabe onde fica as coisas? 
- Sei. 
Ela desceu correndo as escadas e eu disquei os números do Anderson. 

Narrado por Juliana. 

Estava fazendo um lanche pra mim e pro Luan com a cabeça nas nuvens. Eu não queria que toda essa historia atrapalhasse ele. Meu celular tocou e eu atendi.
- Oi Nana. 
- Amiga, consegui o teste. Mandei seu email pra ele. Ele vai mandar um papel pra mostrar na entrada. - Ela falava empolgada. 
- Muito obrigado amiga!
- De nada. To doida pra te ver voltar ao Rio! 
- Eu to com saudade de morar ai. - Eu amo o Rio, você sabe. Não como Londres, mas amo. 
- Sente falta de Londres? 
- Até agora não, estou feliz. 
- E vai ficar mais. Vai passar nesse teste. 
- Se Deus quiser. 
- Contou pro Luan? 
- Contei amiga. Ele ficou feliz. Ficou meio desempolgado por não morar perto dele, mas ele ficou feliz por mim no final. 
- Vocês dão um jeito. 
- Damos. 
- Viu as noticias? - Ele disse hesitante. 
- Vimos. 
- E o que vão dizer? 
- Nada. Ele não vai falar sobre o assunto por enquanto. 
Ficamos conversando até terminar o lanche e depois desliguei, subindo. Luan estava deitado. 
- Pronto? 
- Pronto amor. 
- To fome. 
Comemos e depois fomos organizar a casa. Luan me ajudou e em seguida, ele precisava se arrumar pro show. 
- Vai comigo né? 
- Acho melhor não... 
- Por causa das noticias? 
- É. 
- Não tem nada haver, ninguém vai nem te ver. E se verem, ninguém tem nada com isso. 
- Eu sei, só não quero atrapalhar. 
- Você... - Ele me puxou pela mão, me colando ao seu corpo. - Nunca vai me atrapalhar. - Seu lábio juntou ao meu e demos inicio a um beijo calma, romântico. 
- Vai tomar banho amor. - Ri me soltando dele. - Vou arrumar minha mala. 
- Isso é um sim né? 
- É bobo, vai logo antes que mude de ideia. 
- Nem estou mais aqui. - Ele sai correndo e rindo pro banheiro. 
Arrumei minhas coisas e depois separei uma roupa pra mim. Luan saiu do banheiro e eu entrei. Quando terminei de me arrumar, ele já estava com a mochila feita. Depois de um tempo, saímos de casa Roberval, passou com Well pra nos pegar. 
- Olha quem ta aqui. - Ele me olhou sorrindo. 
- Oi Rober. - Cumprimentei ele enquanto Luan fechava a casa. 
- Onde está o Luan? 
- Fechando a casa. 
- Você vai com a gente né? 
- Vou sim. - Sorri. 
- Então bora. Vai apressar o Luan vai. 
- Perai. 
Entrei na casa dele e gritei. 
- Vamos logo Luan. 
- Pronto. Meus pais devem chegar hoje. 
- Rober ta chamando. 
- Ele é muito apressado. - Luan pegou na minha mão rindo e me puxando pra fora e fechando a porta. Com a mão livre ele arrastava uma mala pequena minha e no ombro levava a mochila dele. Ele comprimento os dois e colocou nossas coisas no porta malas. Fomos rindo até o aeroporto e lá pegamos o bicuço até o interior de São Paulo. Fomos direto pro show, somente Luan levou sua mala por que trocaria de roupa lá, mas deixamos as bolsas no avião. O show foi incrível, assisti ali do ladinho do palco. Minha saudade mesmo era assistir seus show da plateia, gritando por ele ali dentro da grade. Mas no momento, aquilo eu não podia fazer. Fiquei do lado oposto ao que a Garota Nega entraria e sairia, pra não ter confusões e ninguém me ver. No final do show, saímos e fomos pra São Paulo. O show do dia seguinte seria ali, então passamos a noite por lá mesmo. 
- Eu to feliz por você estar aqui comigo. - Luan disse enquanto me abraçava, antes de dormirmos.
- Eu te amo tanto. 
- E eu? Você nem imagina. - Rimos. 
- Eu prometo que logo as coisas vão ficar mais fáceis. Logo assumimos tudo. - Disse me lembrando da pergunta principal dos repórteres, no camarim. Todos falaram sobre as fotos. 
- Fica tranquila, a gente vai passar sobre isso. 
- Eu sei, eu sei. - Abracei ele e logo adormecemos.

Amooores, me falem o que quer que aconteça no próximo capitulo... Votem ali do lado ok? Eu sei que ontem já tinha os comentários que pedi, mas sai mais cedo com a minha mãe e minha vó, fomos no hospital levar minha veinha que não estava boa, dai chegamos era quase de noite, eu dormi e acordei hoje. Posto depois de 12 comentários... E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões, dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo... Bem vindo novas leitoras... Ah, quero agradecer pelos comentários lindos do capitulo anterior. Lindos demais viu? Obrigado.