domingo, 17 de fevereiro de 2013

Capitulo 29


Dedicado pra menina que pediu, que era o aniversario dela. O comentário dela sumiu daqui, então não lembro o nome. Mas, parabéns atrasado demais, mas de coração. 

Naquele dia, Luan me ajudou a procurar uma casa, mas nada achamos. Eu queria um apartamento pequeno, então voltamos pra casa dele. Giovanna me ligou pela noite. Ela sabia de tudo que estava acontecendo. 
- Amiga? 
- Oi Nana. 
- Ju, um amigo que trabalha no Projac me contou que estão fazendo um teste pra um papel em uma novela. Coisa pequena, mas pode ser uma chance pra você. 
- Serio? - Arregalei os olhos. Luan, que estava deitado do meu lado ficou me olhando curioso. 
- Sim.
- Mas como me inscrevo? 
- Ele disse que se você quiser, ele arranja um teste. 
- Mentira? Eu quero amiga. 
- Ta, vou ligar pra ele. Depois falo com você. 
- Ta bem, obrigado amiga. 
- De nada, beijos. 
- Beijos. 
Desliguei o telefone com um sorriso enorme no rosto. 
- De carinha é essa? - Luan sorria. 
- Consegui um teste pra uma novela! 
- Serio? 
- Sim. Um amigo da Nana vai marcar pra mim. 
- Ai que bom amor. Fico feliz demais! 
- Tomara que dê certo! 
- Vai dar. - Luan sorriu e me abraçou. - Vamos levantar e ir atas de um apartamento. 
- Não agora. Ah Lu, vou ficar num hotel. Se esse negocio der certo, vou ter que voltar pro Rio. 
- Vai me deixar? - Ele fez bico. 
- Claro que não. - Sorri.
- Vai ficar famosa e me deixar. - Ele fez bico, fazendo charminho. 
- Tonto. - Dei um tapa em seu braço. - Mas pensa numa coisa. Você vive em São Paulo, e até no Rio. Do Rio pra São Paulo é rapidinho. 
- A gente da um jeito. - Ele sorriu. 
- Eu nem sei se vai dar certo e estou fazendo planos! 
- Hey, para com isso. Lembra quando você dizia que eu tinha que acreditar? Esqueceu tudo isso? 
- Não, claro que não. - Sorri. 
- Então acredita. - Ele disse me beijando em seguida. 
Cada beijo dele era como se eu fosse ao paraíso. Ninguém no mundo necessitava mais de alguém como eu precisava dele. Era mais forte que tudo, era mais forte que eu. Mas, nosso momento foi interrompido pelo telefone de Luan. 
- Bom dia cara. - Ele disse atendendo. 

Narrado por Luan. 

Atendi ao telefone contra minha vontade. 
- Bom dia cara. 
- Bom dia Luan. Olha, não sei o que vamos fazer. Estamos sem assessora e temos uma bomba em mãos. - Me assustei e sentei na cama. 
- O que houve? 
- Você é louco né? Está em todos lugares uma foto sua com a Juliana. - Sai correndo levantando e pegando o notebook. 
Juliana me olhou assustada e me ajudou a ligar. 
- O que foi? 
- Espera. Anderson? Sabem quem ela é? 
- É, sabem. Ela é casada Luan, isso não devia ter caído na imprensa. O que vamos fazer? 
- Droga. Eu vou pensar. Dai a pouco te ligo. 
Desliguei e Juliana me olhava aflita. 
- O que foi? 
- Saiu uma foto nossa na internet toda. 
- Poxa, legal. - Ele se jogou pra trás deitando. 
O notebook ligou e taquei no Google meu nome. Apareceu inúmeras noticias, com fotos nítidas de nós dois se beijando no carro na tarde anterior, enquanto saímos pra ver se achávamos alguma casa pra Ju, além de algumas fotos da gente discutido com Leonardo no aeroporto e nos beijando no carro depois daquele confusão. Eu e Ju olhávamos tudo aquilo assustados. 
- Luan, olha o que está escrito aqui. - Ela apontou o dedo pro começo de uma das noticias e eu comecei a ler. 
A manchete era "Luan Santana ficando com mulher de amigo?" E depois tinha o seguinte texto: 
"Luan Santana foi visto aos beijos com uma mulher dentro de um carro em um aeroporto de São Paulo na noite de terça-feira. A moça se trata de esposa de seu melhor amigo, recém casada. Segundo informações, Luan em outras fotos do mesmo local, discute com o amigo e marido da moça, casamento do qual ele seria padrinho, mas não apareceu de ultima hora. Ontem, na quinta, eles foram visto novamente aos beijos no carro do cantor em Londrina. Seria Luan Santana amante da esposa do amigo?"

Amores, postando. Desculpa o desaparecimento, aproveitei o Carnaval pra descansar. Sobre o contos, postei lá HOJE, pra quem lê. Referente aos comentários  eu estava pensando em abaixar já. Ele está alto, por que semana passada, atingimos o numero de mais ou menos 24 comentários. Mas, eu vou abaixar ok? Continuem assim, obrigado pela opinião... Quem me acompanha sabe que gosto de opiniões, por isso peço comentários .. Não pra ter muitos, por que quero saber o que estão achando. Pra mim vale muito um comentário com opiniões, sugestões, nem que ele seja o único  Eu prefiro a sinceridade deles meus anjos. Seja os comentários gigantes ou os menores, mas eu só ponho uma meta ali por que me incentiva ver o que vocês postam e é uma forma de saber que vou entrar aqui e vou ter uma opinião, mas eu sei que se eu não pedir, as minhas lindas leitoras que me acompanham a tempos vão comentar da mesma forma. Sabe, prefiro muito mais entrar aqui e ver 4 ou 5 comentários lindos igual do capitulo anterior, do que obrigar vocês a comentar. Bom, é isso... Amoooores, postando. Posto depois de 12 comentários... E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões, dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo... Bem vindo novas leitoras...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Capitulo 28


Dedicado a Jenifer Schroreder.

- Leonardo, para com isso, fica feio pra você cara. Eu não quero brigar com você. - Luan disse. 
- Não bota o Luan nisso, sua briga é comigo Leonardo. 
- Não, é com os dois. Eu podia prestar queixa de você sabia? Mentiu sobre um desaparecimento Luan. - Leonardo estava serio. 
- Eu não sabia onde ela estava Leonardo. Para com isso. 
- Venho receber minha esposa e encontro ela com o amante. É emocionante. Você devia ter vergonha na cara Juliana, e você Luan, francamente... Sua fama de bom moço engana viu? Mas não passa de uma pessoa falsa, que apunhala pelas costas. 
- Não fala assim com ele! 
- CALA SUA BOCA! - Ele gritou comigo. - MEU PAPO É COM ELE AGORA VADIA! 
Luan entrou em minha frente. 
- Você não vai falar assim com ela, e nem comigo. Eu vou embora por que não quero ser obrigado a brigar com você. Vem Ju. - Voltei a posicionar minha mala pra puxar enquanto Luan me envolveu com um dos braços, me colocando sobre sua proteção e me puxando, deixando Leonardo falando sozinho. 
- Pronto... - Luan disse entrando no carro. 
- Eu entendo ele. 
- Eu também. Ele se decepcionou demais com a gente Ju. Dai veio te buscar e nos encontrou juntos. É natural. Eu acho que se estive no lado dele, faria pior. 
- Eu também.
- Mas esquece ele agora. Depois de amanhã é sua audiência, ta feliz? 
- Nervosa. - Ri. 
- Ok, vou mudar de assunto. - Rimos. - Quer ir pra um hotel ou ir pra Londrina?
- Você não esta cansado amor?
- Cheguei já faz um tempo, descansei em um hotel já. Mas acho melhor irmos pra um hotel, amanhã cedo a gente pega estrada, não acha? 
- Claro. - Sorri pra ele. 
Fomos por hotel e aproveitamos a noite pra matar a saudade. Ele me fazia muito bem. No dia seguinte, decidimos sair de São Paulo quando anoitecesse e acabamos ficando o dia todo deitados na cama rindo e conversando. E quando o sol se pôs, pegamos estrada. Chegamos em Londrina era quase manhã. Luan foi pra casa e me deixou no hotel. Dormi pela manhã e não encontrei com Leonardo. Depois, na hora marcada, foi pro fórum resolver meu problema com Leonardo. Lá, Léo fez de tudo pra complicar. 
- Ela tem um amante. 
Fez inúmeras acusações e colocou Luan no meio, mas o juiz acabou por anular tudo. Graças a Deus. Corri pro hotel e tirei de lá tudo que podia ser meu. 
- Mãe... - Disse quando ela atendeu o telefone. 
- Filha, como foi de lua de mel? 
- Mãe, acabo de assinar minha anulação de casamento. 
- COMO? 
- Isso tudo foi um erro. Eu to bem agora. 
Conversei mais um pouco com ela enquanto seguia pra casa do Luan. O porteiro do condomínio liberou minha passagem e paguei o taxi, tirando minhas coisas do carro. 
- Amor? Como foi? - Ele sorriu ao me ver com as malas. 
- Será que você pode me ajudar a procurar uma casa aqui? - Disse jogando minha bolsa de mão ao chão e abraçando e beijando ele. 
- Como assim? 
- Preciso que uma casa pra morar. - Sorri. Ele ainda não tinha entendido minha indireta. 
- Por que precisa amor? - Ele parou alguns segundos e abriu a boca. - Mentira? 
- Não. - Sorri. 
- Ju, você é doida? - Ele falava gargalhando. 
- Por você! - Ele riu. 
- Eu que vou doido por você. - Nos abraçamos, beijamos e depois ele pegou minhas malas. - Vem, você vai ficar aqui! 
- Não Luan, além do mais... Seus pais não estão de acordo com isso. 
- Eles não estão em casa... Foram viajar. Foram pra casa da minha irmã. - Bruna fazia faculdade no Rio. - Ainda é cedo, vamos atras de uma casa pra você. 
Colocamos minhas coisas no quarto dele e ele foi se trocar. Estava sentada na cama dele olhando um livro que estava na cama quando ele saiu do banho. 
- Amor, quero fala contigo. - Ele sentou ao meu lado enquanto terminava de colocar a camiseta. 
Deixei o livro de lado e fiquei olhando. 
- Pode falar. - Ele pegou minha mão.
- Espero que não me leve a mal. 
- Me assustou. 
- Calma. - Ele riu. - Eu não queria dizer isso, mas meu coração ta pedindo, sei que é o certo conversarmos sobre isso agora. 
- Continua me assustando. 
- É que, Ju, é isso mesmo que você quer? 
- Ficar com você? É lógico. 
- Não, não é isso que to falando. 
- Do que é então? 
- Se mudar pra cá. Está mesmo disposta a fazer isso por mim? 
- Não estou disposta. Já fiz. 
- Eu to dizendo isso, por que não quero que abra mão de sonhos por mim. 
- Meu sonho eu realizei, agora quero a felicidade. Por que meus sonhos não foram suficientes pra isso. Você é. 
Ele sorriu e em seguida me abraçou. 
- Só quero que seja feliz. 
- Eu serei feliz ao seu lado. 
- Nós seremos felizes juntos.

Amoooores, postando. Posto depois de 17 comentários... E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões, dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo... Bem vindo novas leitoras...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Capitulo 27


Amores, teve alguém que me pediu dedicação... Mas eu não me lembro... Pede de novo amor? Obrigado... 

Logo estava voltando a Londrina. Jeni se encarregaria de terminar de vender minhas coisas lá e me mandaria o dinheiro. No aeroporto, Luan me ligou pela trigésima vez durante a viagem, e pela primeira, eu atendi. 
- Oi amor.
- Oi Juliana. Você pode me dizer onde está? Leonardo foi na minha casa hoje dar show por que você sumiu. 
- Hey, calma. Eu estou viajando. 
- E por que não avisou ninguém? 
- Leonardo não fala comigo e é uma surpresa pra você. Me desculpa por ele. O que ele fez? 
- Eu não estava em casa. Ele falou com meu pai, mas estava bravo. 
- Peça desculpas por mim ao seu pai. 
- O que você foi fazer? 
- Surpresa! 
- Ah não. 
- Depois te conto. 
- Quando volta? 
- To embarcando agora. 
- Ah, então boa viagem. E se cuida. Preciso que acabe tudo logo, te quero pertinho de mim. 
- Eu também meu amor. 
Logo me despedi e embarquei. A viagem foi angustiante, mas rápida demais. Eu queria ficar, pelo menos não teria que conviver com o Léo. Eu gostava demais dele, mas nossa convivência era horrível. Quando desembarquei, depois de pegar as malas, tive uma surpresa. Luan vinha em minha direção com um sorriso de orelha a orelha. Ao ver o tamanho daquele sorriso, o meu se dobrou. Larguei minhas malas e abracei ele forte. Fazia quase mês que não nos víamos, nessa historia de "esperar as coisas se resolverem". 
- O que faz aqui seu doido? - Disse em meio aos seus braços. 
- Vim buscar minha vidinha. 
- Eu estava com tanta saudade. - Disse deixando algumas lagrimas caírem e apertando forte ele, enquanto passava as mãos pelos seus cabelos. 
- Hey, não vai chorar... É pra você sorrir.
- Eu te amo. - Disse baixinho.
Ele parou de se mexer por alguns segundos. Era a primeira vez que lhe dizia isso depois de tanto tempo. 
- Eu amo você Ju. - Ele disse sorrindo. 
Nos soltamos e depois ficamos nos olhando, até ele secar minhas lagrimas e dizer:
- Ai que vontade de te beijar. - Rimos. - Mas aqui não né? Vai só complicar tudo. 
Eu concordei rindo. 
- Vem, vamos embora. - Sai puxando ele. - Esta sozinho? 
- Sim... - Ele balançou a chave do carro. 
- Com seu carro? - Arregalei o olho.
- É, pode me chamar de louco. Mas eu vim de Londrina até aqui dirigindo, beleza? - Riamos enquanto ele me ajudava com a mala e andávamos até onde ficavam os carro. 
- Luan, eu vou te bater. - Ri.
- Fica a vontade.
Andamos conversando e rindo, até Leonardo interromper nossa frente. Paramos olhando com surpresa pra ele. Ele começou a bater palmas e ficamos sem reação. 
- Parabéns. Pros dois. Quer dizer que o casalzinho é publico mesmo então? A imprensa vai amar saber da historia, não é verdade Luan Santana?

Está mais curto, mas está ai como prometido. Posto depois de 17 comentários... E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões, dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo... Bem vindo novas leitoras...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Capitulo 26


- Podemos conversar? 
- Estou escutando. 
Respirei fundo. 
- Não podemos mais continuar assim. 
- Você sugere o que? Que eu esqueça tudo? 
- Claro que não Léo. Eu queria te pedir uma coisa.
- Fale. 
- Você me ama não ama? Eu sei que sim. 
- Amo, muito mais do que deveria. 
- Então, me deixa seguir em frente. Não dificulta nada pra mim? 
- O que quer dizer? 
- Eu pedi a anulação do casamento Léo. 
Ele fez uma cara irônica e começou a levantar e se trocar.
- Mas, vai ser muito mais fácil se você assinar e pronto, sem dificuldade pra ninguém. Assim ninguém se machuca mais... - Comecei a chorar tentando explicar. 
- Se você pensa que vou facilitar pra você e pro Luan, você esta enganada. 
- Léo, por favor. Vai ser assim de qualquer forma, custa causa menos sofrimento. E não coloca o Luan no meio. - Ele se arrumava pra sair. 
- Você acha que sou tonto Juliana? Você sumiu a tarde toda ontem, só voltou na hora de dormir. Acha que eu acreditei que você foi na sua amiga? Para com isso. Não consigo entender como vocês dois lidam tão bem com isso. Ou melhor, eu sei... Se merecem, nenhum dos dois presta. 
- Léo, ninguém quis assim. 
- Para de me chamar assim, pra você é Leonardo. Eu não vou facilitar nada! E outra, avisa seu amante, pra nunca mais aparecer na minha frente que é melhor pra ele.
- Leonardo, por que tudo tem ser mais difícil? 
- Por que você quis assim. Você me traiu com meu melhor amigo. Você foi pra cama com ele Juliana. - Ele começou a chorar, colocando seu relógio no pulso. - Na nossa Lua de Mel você vem dizer que vai se separar por que ama ele. Aposto que ele sumiu aquele dia e voltou bêbado por que foi atras de você. Não duvido que só tenha entrado naquela igreja pra não dar problema pra você. Foi por sua causa que ele sumiu aquele dia? NÃO FOI? 
- Ele foi me procurar... E depois saiu bravo. - Disse abaixando a cabeça. 
- Eu sabia. Você acha que sou tonto Juliana, mas não sou. - Ele se dirigiu a porta, abrindo - a. 
- Onde você vai? 
- Isso não te interessa mais. 
Leonardo bateu a porta. Sentei na cama e respirei fundo. Ele não podia ficar fazendo isso comigo. Mas, eu ia poder me separar da mesma forma. Peguei o telefone e liguei pra recepção. 
- Oi, podem me dar uma informação? 
- Claro senhora. 
- Meu marido desceu ai agora, queria saber se ele saiu. 
- É o senhor Fernandes? 
- É sim. 
- Não senhora, ele está no bar do hotel. 
- Ah, tudo bem, obrigado. 
Desliguei e o alivio me consumiu. Luan não estava em Londrina, mas tinha medo que ele fosse atras dele. Resolvi me deitar e adormeci. Acordei com o celular tremendo embaixo do meu travesseiro. Era Luan.
- Oi amor. 
- Oi Lu.
- Estava dormindo. Me desculpa. Eu não quis te acordar, só queria falar contigo, saber como estão as coisas. 
- Não tem problema amor. Que horas são?
- É mais de 02:00. 
- O Leonardo ainda não voltou. - Disse olhando pro lado. 
- Onde ele foi? 
- Não sei. 
- Você contou? Ele vai colaborar? 
- Contei, e ele não vai colaborar. Disse que vai fazer o que puder pra não facilitar pra nós. 
- É, eu esperava. 
- Como foi o show? 
- Queria você aqui.
- E eu queria estar ai. 
Assim foi por um tempo. Tinha que aguardar a audiência. Quando Leonardo recebeu o papel, nossa convivência se tornou insuportável. Ele vivia reclamando e me tratando mal. Quando Luan voltou de viagem, eu combinei que não sairia pra vê lo. Ele torceu o nariz, mas convenci ele que logo tudo se ajeitaria e nós poderíamos passar muito tempo juntos. Quando enfim a data foi marcada, eu teria ainda 10 dias pra resolver minha vida. Nos dias anteriores, tinha pensado muito sobre tudo que seria feito no futuro e tomei uma decisão. Comprei uma passagem pra Londres e embarquei sem avisar ninguém. Lá, pedi demissão do teatro em que trabalhava e vendi minha casa. Liguei pra Jeni, eles já haviam voltado, e fui encontrar ela e nossos amigos na casa dela. Quando cheguei sozinha, eles se assustaram. Depois de cumprimenta-los, foi inevitável. 
- Cadê Léo Ju? - Perguntou Michel. 
- Ele ficou no Brasil Mi, nós nos separamos.
Tive que sentar e contar toda a historia. Eles disseram que não ficariam do lado de ninguém, que tínhamos que nos resolver. Anunciei minha mudança: Moraria no Brasil. 

Amoooores, me desculpa pela demora... Começou a aula, e fiquei muito cansada. Bom, agora prometo não fazer mais isso, juro juro. Acho que ainda hoje posto outro ok? Mas comentem, quero saber o que acham... Beijos

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Capitulo 25


Quando chegamos, as coisas começaram a complicar pro meu lado. Fomos pro hotel em Londrina e Leonardo não saia da minha cola, então não pude atender as inúmeras ligações do Luan e nem ligar pra ele. Leonardo estava sentado na mesa, fazendo um serviço no notebook e eu ficava andando de um lado pro outro. Perdi a paciência e peguei minha bolsa, indo em direção á porta. 
- Onde você vai? 
- Vou ver minhas amigas. - Menti. 
- Não, fica aqui. 
- Por que? 
- Por que eu sou seu marido e estou te pedindo. 
- Não posso ver minhas amigas? 
- Ninguém sabe que voltamos. 
- Mas quero que saibam. 
- Não Juliana, você fica.
- Desde quando manda em mim? 
- Não estou mandando. 
- Ah não? Tchau Leonardo. - Sai batendo a porta. 
Não iria ver minhas amigas, iria atras de Luan. Nossos amigos todos tinham ido viajar pra uma praia ali no Paraná. Entrei no taxi e peguei meu telefone. 
- Luan? 
- Que bom que ligou, estava preocupado. 
- Está em casa? 
- Estou. 
- Estou indo ai. 
- Ta bem, estou esperando.
Não deu muito tempo e estávamos parados em frente a casa dele. Paguei o taxi e ele me recebeu na porta com um abraço forte e um selinho.
- Tem alguém em casa? 
- Meus pais estão lá em cima, mas ta tudo bem, eles sabem. 
- E apoiaram? - Sentamos abraçados no sofá. 
- Não, mas eles estão tranquilos. Apoiar é uma coisa, proibir é outra. Além disso, sou bem grandinho já. - Ele riu.
- É sim. - Ri. - Como foi de viagem? - Conversávamos de mãos dadas. 
- Angustiante, mas agora passou. E você? Não me ligou, fiquei preocupado. 
- Leonardo estava me controlando demais. Não saiu da minha cola um minuto. Sai contra a vontade dele.
- Ele te prendeu no hotel? 
- Mais ou menos. Não vou conseguir essa separação tão fácil Lu, já percebi que ele vai dificultar o máximo as coisas pra gente.
- Não faz mal, passamos por isso. 
- Sei que sim. - Sorri pra ele. - Eu não queria que tudo tivesse sido assim. 
- Eu sei que não amor. 
- Mas, faz parte. 
- É a vida Ju. Eu só tenho um pedido pra ela. 
- E qual é? 
- Que arrume tudo, e te traga pra perto de mim. Por que não sei o que vai ser da gente agora. - Ele disse com tristeza nos olhos. 
- Por que diz isso? 
- Ju, sua vida é a milhares de quilômetros daqui. Eu sei que tinha dito que deixava tudo, mas eu estava desesperado. Eu não posso ir com você. Eu não posso largar minha vida aqui. Tenho uma carreira inteira ainda pela frente, e hoje, no momento, não faria isso nem por você.
- Eu sei que não pode, e eu nunca te pediria pra ir. Eu não quero que você vá. Você sabe que não. 
- Eu sei, por isso, estou abrindo as coisas pra você. 
- Luan, o que vamos fazer? 
- Eu não sei. - Ele pegou em minha mãe. - Mas quero muito ficar ao seu lado. Agora esquece isso. Vem cá que eu to com muita vontade de uma coisa. - Ele me puxou pra mais perto e em seguida nos beijamos com muito carinho. 
Luan era tudo que um dia eu imaginei. Era complicado pra mim explicar tudo que aconteceu nessa historia meio doida. Antes de colocar os pés no Brasil, tinha total certeza do meu amor por Leonardo, e agora estava ali nos braços de Luan trocando caricias. O que houve conosco, eram coisas que não aconteciam sempre. " O primeiro amor a gente não esquece ". E eu estava começando a acreditar na frase em que nunca botei fé. Acho que depois de tanto tempo, com Luan eu me sentia amada por ele, como nunca me senti por Rafael. Não tínhamos o fogo de paixão que eu tinha com Luan. E eu, na primeira vez, comecei a perceber o quanto Leonardo me deixava de lado, seja pra viajar ou atender os telefones dele. E também passei a não me conformar com a ideia de que ele era menos ocupado que Luan, e o segundo tinha muito mais tempo pra mim. Naquele dia, Luan ligou pra um advogado, e o chamou lá. Conversamos muito e ele me disse, que se Leonardo colaborasse, seria muito fácil conseguir a anulação do casamento.
- E se ele não colaborar? - Perguntei colocando uma xícara de café na mesa na nossa frente.
Luan apertou minha mão. 
- Ju, ele vai colaborar.
- Não, ele não vai. Ele me prendeu no hotel hoje.
Luan suspirou pesado. 
- Bom, você não tem filhos, acabaram de casar. Pode levar um mês, dois, mas ele vai ser obrigado a assinar no final. Se conseguir que ele colabore, pode sair em quinze dias mais ou menos. O que você tem que fazer agora, é chegar e conversar com ele. Em dois dias ele deve receber os papeis, mas se quiser falar amanhã, é melhor. Criamos uma certa vantagem e ele não vai ter tempo de fazer nada. O ideal é fazer isso de forma amigável. 
- Eu não sei se consigo. Tenho medo da reação dele se tiver sozinha. Ele... Está magoado demais comigo, por que é um caso um pouco complicado né? 
- Nós éramos muito amigos Jorge. - Luan disse. 
- Não gosto quando fala no passado Luan. 
- Hoje não tem mais como existir nem contato entre a gente Juliana, entende isso e aceita.
- Bom, isso é complicado. Mas você tem todo o apoio da policia caso ele se altere. Não exite em chamar. 
- Claro, obrigado. 
- Então, preciso ir. Mas conte a ele, converse, tente conseguir que ele colabore. Eu te ligo.
- Vou tentar, obrigado. 
Levantamos e acompanhamos ele até a porta. Logo que ele saiu, vi que já era de noite e que deveria voltar. 
- Bom, eu tenho que ir. - Abracei Luan.
- Fica aqui comigo? - Ele fez bico. 
- Fiquei o dia todo aqui feioso. Você ouviu o que Jorge disse? Não posso ficar muito fora. 
- Eu sei, eu sei. 
- Agora tira esse bico. - Rimos. - Tudo vai se ajeitar Luan, tenha só mais um pouco de paciência. 
- Tenho toda a paciência do mundo. - Ele me puxou e começou a fazer cócegas, em seguida me abraçou forte. - Agora presta atenção, eu ligo, você atende ou desliga e manda SMS, mas não deixa de me responder, se não vou ficar muito preocupado de deixar vocês dois lá juntos. 
- Pode deixar ta bom? Eu prometo. 
- Agora vai antes que desista da ideia. 
- Feioso. 
- Para de me chama assim feiosa... - Rimos.
Me despedi dele e da família, e fui pro hotel. Luan queria me levar, mas eu sabia que seria melhor não fazer isso, então peguei um taxi. Quando cheguei era quase 21:00, e encontrei Leonardo dormindo. Estranhei, ele não dormia cedo. No criado mudo perto dele tinha um remédio. Corri rápido e olhei. Era um calmante que ele usava pra dormir de vez em quando e ainda estava cheio. Fui tomar banho, e me deitei pra dormir. No dia seguinte, não consegui sair do hotel. Leonardo ficou na piscina e Luan nem em Londrina estava. Tratei logo de ligar pros meus pais e contar tudo. Eles quase piraram, mas no final sempre me apoiavam. Leonardo voltou pro quarto perto do horário de jantar. Comemos e em seguida, ele foi tomar banho, sem trocar uma palavra comigo. Quando voltou, ia dormir. 
- Leonardo, quero falar com você. 
Ele não me respondeu. 
- Leonardo, não me ignora. Preciso falar serio com você, agora. 
- Não temos nada pra conversar. 
- Temos sim. 
Ele respirou fundo e sentou na cama, me olhando nos olhos. 
- O que você quer? 

Amores, postando. Demorei, eu sei. Voltou minhas aulas e me enrolei um pouco. Mas, eu prometo que vai tudo voltar ao normal agora. Um bem grandão pra compensar. Posto depois de 17 comentários... E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões, dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo...

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Capitulo 24


Sentei na cama e comecei a chorar desconsoladamente. Meu celular apitou, Giovanni me chamava. 
- O que houve menina? 
- Gi... 
- Não chora e me fala.
- Gi, o Léo me ouviu conversando com você! 
- Ai meu Deus. E como ele reagiu? 
- Ele chorou, gritou, xingou eu e o Luan, e vamos voltar.
- Ele quer se separar? 
- Ele não disse, mas ele está muito magoado. 
- Ai meu Deus Ju... Cade ele? 
- Ele saiu. Eu não sei... 
- Ju, acho que foi melhor assim. 
- Eu também, mas não queria que fosse assim. Eu vou tentar falar com o Luan. Depois a gente conversa. 
- Se cuida. 
- Pode deixar.
Desliguei e depois disquei o numero de Luan, mas antes, bloquei pra ele não saber que era eu, ele não atenderia. Tocou, tocou, tocou e no ultimo toque ele me atendeu. 
- Bruna, eu já te disse que eu quero ficar no meu canto um pouco, esfriar a cabeça. Está tudo bem, diga á mãe que não precisa se preocupar.
Tremi ao ouvir sua declaração. 
- Luan... É, não é a Bruna. 
- Juliana? Er... Me desculpa, a Bruna estava ligando. O que você quer? 
- Eu... Luan... 
- Fala Juliana. 
- Eu quero saber de você. 
- Como quer que eu esteja? Além do mais, por que está me ligando? Não está ocupada não? 
- Para com isso. Olha, eu to voltando pro Brasil. 
- Que pena, por que não estou no Brasil. - Ele disse irônico. 
- É, eu sei. Luan, o Leonardo descobriu sobre a gente. - Não aguentei e deixei mais lagrimas caírem, chorei soluçando. 
- Como assim? Ju, se acalma e me explica. - Ele disse, pela primeira vez sem ser rude comigo. 
- Ele me escutou falando que te amava pro Giovanni. 
- Quando foi isso? 
- Há alguns minutos. 
- Mas e agora? 
- Ele saiu, vamos voltar. Ele está furioso conosco. 
- Ju, você precisa se acalmar. 
- Me desculpa, por aquele dia no casamento. Eu só me casei pra não me da problemas. Eu ia me separar logo! Eu fiz tudo pensando em você. 
- Eu sei que fez, eu sei. No começo eu não entendi, mas agora eu te entendo. 
- Por que saiu do Brasil? 
- Eu to voltando ta bem? Eu sai por que queria sair um pouco dessa confusão. Eu te amo. 
- Eu também te amo. 
- Eu vou voltar, eu esperar lá. Me procura. 
- Eu procuro. 
- A gente vai conversar com ele, vai dar tudo certo. Acredita em mim? 
- Eu acredito. 
- Assim fico mais tranquilo. 
- Lu? 
- Oi.
- Vou anular meu casamento. 
Mesmo sem ve-lo, pude sentir sua felicidade. 
- Seremos só nos dois? 
- Sim, se você me quiser. 
- Quando que não vou te querer? 
Sorri. 
- Vou desligar, volta pra casa, seus pais devem estar preocupados. 
- Eu volto, fica tranquila. Beijos. 
- Beijos.
Desliguei o celular e respirei fundo. Fui tomar um banho e depois deitei. Acordei de madrugada, com Leonardo entrando. Era mais de 04:00, mas aquilo não me importava mais. Fingi que dormia, ele tomou um banho e depois dormiu. No dia seguinte, quando acordei, nossas passagens estavam lá, marcadas pra aquela tarde. Tratei de arrumar todas as minhas coisas que estavam fora do lugar e depois pedi café só pra mim. Leonardo não acordaria tão cedo, e eu tinha medo do jeito que ele me trataria ao levantar. Meu celular tocou, era Luan. 
- Oi. 
- Oi Ju, ele está ai? 
- Está dormindo, acabei de tomar café. Leonardo chegou tarde. 
- Estou decolando agora. 
- Eu vou no meio da tarde. 
- Tudo bem, quando chegar me liga, nós vemos o que vamos fazer. Qualquer coisa, eu liguei pros meus pais. Qualquer problema, sei lá, corre pra lá, eles estão avisados. 
- Tudo bem Lu. 
- Preciso desligar. Eu amo você. 
- Te amo. - Disse sorrindo. - Boa viagem. 
Desliguei o celular e me arrumei pra se despedir daquele lugar que era maravilhoso, mas infelizmente, não era o lugar pra mim no momento. E assim fiz, indo até a praia sozinha. Chorei lembrando de Luan. Passeie algum tempo e tive que voltar. Leonardo almoçava, ele tinha pedido pra mim também.
- Bom dia. - Eu fui educada e ele não respondeu. 
Sentei, comi e depois arrumamos tudo e fomos pro aeroporto. 

Posto depois de 17 comentários... E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões, dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo...

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Capitulo 23

Meu casamento estava cada detalhe do jeito que eu queria, mas eu não parecia indo em direção ao altar, e sim a caminho da tristeza, ou qualquer coisa que não envolvesse o que eu realmente desejava. Mas eu não podia ficar me lacrimejando assim, afinal, escolhi aquilo. Meu casamento ocorreu como qualquer outro, com direito a choro dos pais e de convidados. A festa estava linda, mas eu em momento algum me senti completa. Antes do sim, era a duvida, depois do sim, a tristeza. E assim foi. No dia seguinte, pegamos o voo em direção á Cancún. Passaríamos nossa Lua de Mel. No avião, Léo meu abraçou. 
- Hey, você parece tão tristonha. 
- Impressão amor. 
- Ju, você quer me dizer algo? 
- O que leva a pensar isso? 
- Você está estranha. 
- Eu não tenho nada pra falar amor. 
- Se quiser, já sabe. 
- Eu sei.
Na nossa estadia, me surpreendi com Léo. No nosso primeiro dia em Cancún, ele desligou seu celular. Aquilo era uma evolução enorme pra ele. Estava tudo bem, apesar de não ser o que eu queria. Mas, lá pelo quarto dia, tudo mudou de repente. Léo tinha saído de noite, fui comprar algumas coisas e eu aproveitei para escapar e ligar pra alguém no Brasil. Peguei meu celular e logo chamei Giovanni no Skype. 
- Ju! Como você está? Não deu noticias, to preocupado. 
- Eu to bem, mas quero saber do Luan! 
- Ai Ju, o que pretende fazer agora? 
- Não sei... Não sei. Eu quero saber dele. 
- Eu não vi mais ele Ju. Ninguém sabe muito dele pra falar a verdade... Ele está de ferias... Bruna disse pra Giovanna que ele foi viajar. 
- Ela não foi? 
- Não, parece que ele foi sozinho. 
- Isso é muito estranho.
- Eu sei. 
- To muito preocupada. 
- To sim.
- Leonardo disse que quer me contar algo, estou com medo.
- Ju, presta atenção. Acho que você tem que esquecer o Luan! 
- Não consigo! Eu amo ele Giovanni. 
- Calma, olha... Você vai fazer o que?
- Como assim? 
- Você vai largar o Leonardo? 
- Eu vou! Eu vou ir atras dele, não pode ficar só assim. Eu quero falar com ele!
- Calma, eu vou fala com a Bruna! 
Estava tão distraída que nem vi a porta abrir. 
- Pede pra ela noticias dele. 
- Você precisa resolver isso. 
- Eu vou resolver! Eu amo o Luan e isso não vai ficar assim. Eu não consigo parar de pensar naquela noite. 
Virei pro lado da porta e dei de cara com Leonardo me olhando com todas as sacolas no chão. 
- Gi, preciso desligar, depois a gente conversa. 
Desliguei o Skype e respirei fundo, me aproximando dele, que parecia estar em estado de choque.
- Hey, não é isso que você ouviu. - Abracei ele, que nem se mexeu. 
Num ato desesperado, comecei a beija-lo, sem ele retribuir. 
Ele pegou em meu braço e me afastou. 
- Para, para... - Ele disse enquanto eu lhe beijava. - PARA COM ISSO. 
Ele começou a chorar e me afastei, começando também. 
- Você devia ter parado isso. - Ele disse me olhando serio. - VOCÊ TINHA QUE TER PARADO ISSO! - Ele gritava e eu comecei a me assustar. 
- Eu só fiz isso por voc... 
- CALA SUA BOCA! Você não fez isso por mim! Ou melhor, você não devia ter feito isso POR MIM! Como pode me enganar assim? Com meu amigo! 
Ele se afastou virando de costas pra mim e colocou as mãos a cabeça. 
- Vocês dormiram juntos não foi? 
Não respondi. 
- NÃO FOI? 
Ele me olhou. Diante da minha falta de resposta, ele entendeu.
- EU SOU UM OTÁRIO MESMO! Eu acreditei naquela historinha dele de passar mal...
- Léo, para com isso... - Fui me aproximando. 
- Acho melhor a gente voltar. 
- Que? 
- Ainda quer ter uma Lua de Mel? Não, espera! Você nunca quis. 
Ele me olhou feio. Seus olhos demonstravam decepção. Depois ele saiu batendo a porta. 

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