segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Capitulo 15


- Ju... Juliana... - Ouvia baixinho a voz do Luan. 
Quando percebi que realmente estava acordada, abri os olhos devagar e fiquei olhando. Luan me olhava sorrindo, sentado na ponta da cama com seus braços em volta do meu corpo. Levantei depressa me afastando dele.
- Luan... Que susto. 
- Sou tão feio assim? - Ele riu se aproximando. 
- Você é lindo, mas não devia me assustar assim. 
- Desculpa. 
- Não tem problema. - Sorri. 
- Bom, vim te acordar por que... Leonardo está vindo. 
Coloquei a mão na cabeça. 
- Você age tão normalmente... Trai ele ontem, ou se esqueceu?
- Nunca. - Ele riu. 
- Luan! - Dei um tapa nele. - Ele é seu amigo.
- Eu sei. - Ele fechou a cara. 
- E agora? 
- Você ama ele? 
- Amo. Mas acho que as coisas tão confusas pra mim. 
- Quer conta o que aconteceu ontem? 
- Não, nunca. Vocês tem uma relação de anos, não tenho que chegar assim e acabar com tudo Luan. 
- O que vamos fazer então? 
- Você me ajuda a explicar tudo, e depois esquecemos o que aconteceu ontem. Eu volto pra minha vida, e você pra sua.
- Não é exatamente isso que eu esperava. 
- O que você esperava? 
- As coisas podiam ser mais fáceis. 
- Nada é fácil quando se lida com sentimentos. 
- Você sempre sendo a melhor nas frases. - Luan sorriu. 
- Eu quero minha cidade sabia? 
- Esqueci que agora você é inglesa. Desculpa ai. - Luan riu. 
- Eu amo lá. 
- Ei, me conta como foi na faculdade! 
- Ai Luan, foi incrível!
Comecei a contar exatamente tudo de maneira muito animada e feliz. Ele ria e perguntava tudo, ficamos assim por um tempo, até que ele começou a tirar sarro de mim e pegou meu celular, começando a mexer. Comecei a tentar pegar e depois comecei a me desequilibrar, acabei deitando a cabeça no colo dele e rindo. Abriram a porta do nada e assustamos, nos afastando. Era o pai de Luan. Ficamos encarando ele sem graça, e eu sentei arrumando minha roupa e cabelo. 
- Sorte que fui eu que entrei aqui não é? E se fosse o Leonardo? 
- Seu Amarildo, só estávamos conversando. - Disse sem graça.
- Não é o que me pareceu. 
- Pai... - Luan falou. 
- Vocês são bem grandinhos, sabem o que fazem. Vim avisar que o Leonardo ligou. Está saindo do hotel. 
- Vou me trocar. 
- Te espero lá no escritório.
Me arrumei correndo e fui até o escritório. Luan sorriu ao me ver entrando. Ele mexia nuns papeis. 
- O que está fazendo? 
- Vendo algumas letras. - Sentei na cadeira na sua frente e ele jogou os papeis dentro de uma pasta. Ouvimos uma batida na porta. Leonardo colocou a cabeça pra dentro.
- Posso entrar?

Amores, hoje está menor e tal, mas é que não consegui fazer maior. Eu não estou acostumada  então peguem leve e devagar me adapto ok? Mas mesmo assim está maior que antes. Posto depois de 14 comentários... E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões  dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo...

domingo, 13 de janeiro de 2013

Capitulo 14

- Queria te pedir desculpa, eu nunca quis isso tudo. 
- Está preocupada com o Leonardo não é? 
- Pra falar a verdade, estou. Ele não controla bem as emoções. 
- Se te deixar mais tranquila, falei com ele.
- Falou? - Me surpreendi. 
- Falei. Liguei pra ele, conversei com ele. - Luan começou a me olhar de maneira intensa e depois passava as mãos em meu cabelo. - Ele está no hotel, está mais calmo, mas só vamos conversar amanhã.
- Melhor mesmo. 
- Ju...
- Oi... 
- Naquela época, nem eu te prenderia aqui não é? - Ele me disse de forma carinhosa, acariciando meus cabelos. 
Seu olhar tinha um pouco de dor. 
- Não, Luan. Talvez, se fosse hoje prendesse, mas naquela época não. - Sorri. - Eu não sabia nada da vida. Eu era louca pelos meus sonhos, te amava muito Luan, mas meu coração pediu aquilo. 
- Eu te entendo. Talvez, se precisasse, teria feito o mesmo. 
- Hoje diz isso né? - Ri. 
- Tonta. - Ele me empurrou de leve rimos. - Foi difícil pra mim, muito. 
- Eu nunca quis que tudo tivesse sido como foi. 
- Eu sei que não. Mas agora você é formada, realizou seus sonhos e vai casar. 
- É, eu vou. Acho né?
Luan riu. Tinha me esquecido como aquela risada me fazia bem.
- Você vai Ju, passou a raiva dele. 
- Passou? 
- Sim. 
- Luan...
- Oi. - Ele me olhou sorrindo.
- Também não foi nada fácil pra mim.
Ficamos nos olhando por alguns segundos e Luan virou o rosto depois.
- Mas tudo bem não é? Você realizou seus sonhos, e eu realizei mais do que eu sonhava, está tudo certo. - Luan disse levantando. - Vou te deixar descansar. Boa noite.
- Boa noite. 
Ele saiu do quarto e eu levantei, levando as mãos á cabeça.
- Meu Deus, isso é loucura. Eu não posso me sentir assim depois de tanto tempo longe dele.
Naquela noite, demorei a dormir, e sonhei com ele, durante vários momentos. 

Narrado por Luan

Estava fechando a porta do quarto onde estava Juliana quando me assustei com meu pai me olhando, entrando no quarto dele. 
- Luan, o que fazia ai?
- Pow, que susto.
- O que fazia ai?
- Vim conversar com ela, um pouco.
- Luan... Isso está muito errado.
- Errado? Não pai, nada haver.
- Tem sim! 
- Não viaja.
- Viajar? Luan, você está ai todo nervoso por que? Todo mundo percebeu o clima entre vocês hoje.
- Clima? Que clima?
- Luan, não se faça de desentendido. Ela é noiva do seu amigo, e você ainda está com o nariz inchado por uma ligação passada com ela. Vê se cola isso na cabeça: o Leonardo é seu amigo de infância. 
- Eu sei disso.
- Não está parecendo que sabe.
- Pai, só vim conversar com ela, é só uma conversa. 
- Espero mesmo. Boa noite.
- Boi noite pai.
Ele entrou e eu fui pro meu. Naquele noite, mal consegui dormir. Minha cabeça estava a mil e eu sabia que talvez, fosse tarde demais pra mudar as coisas. O passado não voltaria, mas agora eu queria um novo presente. 

Narrado por Juliana

Acordei no meio da noite com sede. Tinha tido sonhos bons, mas também pesadelos. Luan não saia da minha mente. Desci as escadas devagar, com medo de acordar alguém. Quando cheguei na cozinha, abri a geladeira e peguei um copo de água. Encostei na mesa ali e fiquei olhando pro nada com o copo em mãos. Em seguida, bebi tudo e coloquei na pia. Quando me virei, Luan entrava na cozinha afoito. 
- Luan? - Ele vinham em minha direção.
- Não fala nada. 
Muito rapidamente, ele me abraçou e colou seus lábios no meu. Por segundo não correspondi, mas depois cedi e nos beijamos devagar, com saudade. A cada segundo eu perdia os sentidos em seus braços. Havia me esquecido de como seus beijo era viciante e se encaixava exatamente no meu. Fomos ficando aos poucos ofegantes, e paramos com selinhos. No olhamos por alguns segundos e depois abracei ele, debruçando minha cabeça em seu peito. Luan passou os braços ao meu redor e ficamos abraçados por alguns instantes, até começar a chorar. 
- Hey, não chora. - Luan começou a acariciar minhas costas e beijou minha testa. 
- Isso não ta certo. 
- Não, não está, mas aconteceu, e teve amor, pelo menos da minha parte.
- Da minha também. - Eu disse baixinho. 
Ele continuou a me abraçar e ficamos ali alguns segundos. 
- Vai dar tudo certo princesa, eu prometo.
Me soltei de Luan.
- Não, não vai. Eu vou casar Luan. 
Ele abaixou a cabeça. 
- Não é certo ficar deixando as coisas mais difíceis pra nos dois. 
- Desculpa se agi errado, é que... 
- Não agiu errado. Nós dois agimos. Ele é seu amigo, não quero ser alguém no caminho. Isso não pode mais acontecer, e seja por que motivo aconteceu, esse motivo não pode mais existir.
- Juliana, sinto do fundo do coração isso que vou dizer, mas querendo ou não, você já é alguém no caminho da nossa amizade. Eu to sentindo coisas fortes aqui, e não tem como fingir que não. E eu sei que você também esta. Então, fingir que esse momento não aconteceu, mas vai mais funcionar. 
- Eu sei que não. - Joguei a cabeça pra trás. - Eu to cansada, amanhã a gente conversa. Estamos confundindo coisas.
- Só se você estiver, por que eu não confundi nada. Mas é melhor. - Ele me roubou um selinho. - Boa noite. - Sorriu e subir as escadas.
Respirei fundo e fiz o mesmo, mas não consegui descansar muito pela noite. Meu sono foi agitado. 

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Capitulo 13


Muito rapidamente as coisas aconteceram. Me reergui e me defendi de Leonardo, sem agredi-lo. Meu pai entrou no meio. Escutei minha mãe gritar ao fundo e Bruna chorando. 
- Para, paro! - Meu pai segurou Leonardo.
Leonardo estava nervoso, eu via em seus olhos que estava com raiva. Meu nariz começou a sangrar, ele tinha pego mais o nariz que os olhos. Tapei com a mão e logo peguei um pano que Bruna me deu e limpava o sangue.
- Ficou louco cara? PIROU LEONARDO? - Meu pai tinha soltado ele e agora estava mais calmo, apoiando as costas na porta. 
- Vocês mentiram pra mim! 
- A única que mentiu foi Juliana. 
- Você, sua equipe, sua família, todos, se uniram á ela. 
- Não. Chega me batendo cara? Pow, que isso? Eu só estava esperando ver se ela contava! Hoje mesmo conversei com ela. Você ta nervoso, fazendo coisas que não deve, vai embora Leonardo. Amanhã a gente conversa. 
Fiz gesto pra ele sair e assim ele fez. Bati a porta e me apoiei nela. 
- Luan... - Bruna veio me abraçar. 
- Eu to bem, calma. 
- Ele vai brigar com Juliana Luan... - Meu pai correu até o telefone e deu pra mim. 
Sentei no sofá e Bruna ficou ao meu lado. 
- Eu não tenho o telefone dela. 
- Eu tenho. - Bru pegou o celular e discou. 
- Deixa que eu falo, vai assustar ela. - Peguei o telefone e fiquei esperando atenderem. 
- Alô?
- Juliana? É o Luan. 
- Ai Luan, graças a Deus. Olha, eu contei pro Leo, ele não me deixou explicar, saiu nervoso, to com medo dele ir ai, te liguei até no celular. 
- Tarde demais, ele acabou de sair. Quero que venha pra minha casa, ouviu. Pegue um taxi e venha pra cá. 
- Por que? Eu tenho que falar com ele. 
- Juliana, ele me bateu. Eu que mal tenho haver com isso. Ele está nervoso, a gente senta e conversa com ele, mas vem pra cá. Não vai esperar ele chegar ai sozinha. 
- Ai meu Deus, você está bem? Tudo bem, eu to pegando um taxi. 
- Não demore mais um minuto ai, vem logo. 
- To indo. - Ela desligou 
Dei o telefone pra Bru e minha mãe chegou com outro pano. 
- Juliana? - Meu pai perguntou. 
- Está vindo pra cá. Ele não deixou ela contar direito, saiu nervoso, ela me ligou, mas meu celular está jogando em algum canto do quarto. Joguei a cabeça pra trás, mas resolvi deitar pro sangramento não piorar. Fiquei deitado e minha família ficou comigo. A campainha tocou e minha mãe abriu. Juliana entrou nervosa, cumprimentou minha mãe, meu pai e Bruna. Quando chegou em mim, ajoelhou-se no sofá. 
- O que ele fez com você Lu?
Tremi ao ouvir do que ela havia me chamado. Só ela me chamava assim, e não fazia isso á anos. 
- Ta tudo bem, foi só um soco. 
- Tudo isso é sangue? - Disse apontando pro pano em minha mão. 
- O segundo. Mas acho que já parou. 
- Meu desculpa, eu nunca quis isso. 
- Vai dar certo, ele só está nervoso. - Peguei em sua mão e apertei. Ela sorriu e eu soltei. - Pelo visto, o problema não foi nosso namoro, e sim os últimos dois dias. 
- Ele se sente traído por todos, por que esconderam isso dele. Mas ele não me deixou explicar que é tudo culpa minha. 
- Me desculpa por sair hoje do nada do escritório, foi um pouco demais pra mim nossa conversa. - Fui me sentando devagar. O sangue tinha coagulado. 
Dessa vez, quem pegou minha mão foi ela. Tinha um pano limpo e eu pote com água na mão do meu pai na nossa frente. Ela pegou o pano e o molhou. 
- Fica tranquilo, não sei se sabe, mas não foi o único a sair correndo. - Sorriu.
Em seguida, enquanto me olhava com intensidade, passou o pano de leve pelo meu rosto, limpando o sangue, enquanto segurava a minha mão com a outra mão. De maneira alguma, eu consegui tirar os olhos dos seus, e estava quase me enforcando por isso. Mas naquele momento, nada mais me importava a não ser olhar seu olhar tão doce enquanto limpava meu rosto. Quando ela terminou, tirou o pano, mas continuamos a se olhar. 
- Hey, vamos tomar um lanche? - Nos desviamos rápido, e eu, caindo em si, me afastei e puxei minha mão. 
- Claro. - Juliana sorriu e saiu conversando com minha mãe e Bruna. 
Fiquei mais um tempo sentado no sofá. Não era possível aquela menina, agora já mulher me deixar nesta situação novamente. E não restaram duvidas que minha mão havia nos chamado, por que ficamos nos olhando. Eu não podia sentir essas sensações estranhas novamente. Afastei meus pensamentos e depois levantei também, sob os olhares de repreensão do meu pai.

Narrado por Juliana

Fui tomar lanche com Bru e com Dona Marizete pensando no olhar que eu e Luan trocamos na sala. Eu tinha que acabar com isso de vez, tenho noivo, ou tinha. Eu amava Léo, não amava? Amava não, amo! Luan acabou me convencendo a dormir por ali. Tinha levado roupas, mas queria ficar em um hotel. 
- Aqui Juliana, ficarei mais tranquilo. 
Acabei aceitando. Fui falar com Bruna, passamos o resto da tarde conversando e depois a noite assistimos um filme. Leonardo não tinha me ligado, estava preocupada. Deixei um recado, dizendo que focaria fora por essa noite, mas iríamos conversar no dia seguinte. Depois do jantar, subi pra deitar, mas então, bateram na minha porta assim que terminei de colocar pijama. Achei que era Bruna.
- Entra Bru! 
Estava penteando meus cabelos. 
- Não é a Bruna. - Escutei Luan falar nas minhas costas. 
- Ai que susto menino. - Virei pra ele. 
- Ainda penteia seus cabelos toda noite antes de dormir? - Ele riu. 
- Algumas coisas nunca mudam. - Sorri e coloquei minha escova no criado mudo do lado da cama do quarto de hospedes.
- Será que podemos conversar? - Ele perguntou sentando ao meu lado na cama.

Amores, a pedidos... Capítulos maiores... Bom, espero que gostem... Posto depois de 14 comentários... E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões  dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo...

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Capitulo 12

- Qual o problema? Por que saiu correndo da casa do Luan? Chego, você não está, e ele está trancado no quarto... 
- Eu preciso te contar uma coisa, á algum tempo.
- Fala, sou todo ouvidos. 
- Então... - Comecei a chorar. - Antes de ir pra Londres, eu namorei o Luan. 
Ele ficou me olhando por alguns segundos e depois levantou da cama, apoiando o braço na parede e colocando a cabeça sobre o braço.
- Vocês estão me fazendo de besta faz dois dias... - Disse pausadamente, e sua voz era de raiva. 
- Não, ele não tem nada com isso! - Levantei depressa e andei até ele. Coloquei as mãos em suas costas. - Olha pra mim. A gente não sabia o que estava acontecendo... Eu não soube contar pra você quando descobri e... 
- Tira a mão de mim. - Ele disse baixo e de costas, mas em seguida se virou bruscamente gritando. - TIRA A MÃO DE MIM JULIANA! 
Me assustei e me afastei. 
- VOCÊS SÃO DOIS TRAIDORES MENTIROSOS! ISSO QUE SÃO! Mas depois eu me acerto com você. - Ele pegou o celular na mesa e o cartão, saindo. 
- Leonardo... Leonardo! Onde você... - Ele bateu a porta antes de terminar de falar. 
- Ai meu Deus! - Comecei a entrar em desespero e peguei o telefone, eu tinha marcado o numero de Luan, pra caso precisasse de algo no dia seguinte, na verdade, Léo me obrigou. Disquei inúmeras vezes. Mas cai na caixa postal. 
- Atende Luan, atende! - Chorava. 
Depois de quase 20 ligações, eu joguei o iPhone na cama e ele caiu no tapete, pelo menos não tinha que quebrado. Me joguei na cama e fiquei ali chorando, sem saber o que fazer.

Narrado por Luan

Desci as escadas devagar, a cada passo minha cabeça latejava. Tinha dormido por umas duas horas depois de chorar, então, minha cabeça parecia uma escola de samba. 
- Luan? O que aconteceu? - Minha mãe disse quando entrei na cozinha, eles tomavam lanche da tarde. 
Abri a geladeira e peguei água. 
- Eu não to muito bem, só isso. - O interfone tocou, era da portaria, minha mãe atendeu. 
- Você chorou? Por que Juliana saiu chorando daqui? - Bruna foi logo dizendo. 
- Hey, vamos parar de pressionar? - Meu pai falou. 
- Olha, eu não to bem, to morrendo de dor de cabeça, e a única coisa que eu não quero saber é de Juliana e Leonardo ta legal? Eu vou pro meu quarto. 
- Luan! - Virei as costas, minhas mãe desligava no interfone. 
- Oi... - Virei pra ela de volta. 
- Leonardo está ai, ele está entrando. 
- Fala que eu estou passando mal. - Fui seguindo pela porta até a escada. 
- Luan... - Meu pai me seguiu. - Ele não tem culpa por Juliana. 
A campainha tocou e eu olhei pra ele. Respirei fundo e me dirigi até a porta, assim que abri, Leonardo de aproximou rápido e me atingiu com um soco no olho. 

Primeiro, bem vindo as novas leitoras, que começaram agora ou que não me acompanham de outras fanfics... Segundo, quero agradecer á todos os comentários... Cada um mais lindo que o outro e vou confessar que meu coração está radiante com eles. Fiquei com medo de iniciar uma coisa nova depois desse tempo todo sem escrever e tal, já tinha dito que não servia mais pra isso, que não tinha mais criatividade, e vocês me deixaram bem mais segura do que estou fazendo. Quero pedir pra quem vier em anonimo se identificar e tal... Daqui alguns capítulos eu já vou estar conhecendo cada um melhor. E não se esqueçam, fiquem a vontade pra dar opiniões  dicas, sugestões, criticas construtivas e tudo mais, desde que tenha educação e boa intensões  eu aceito de boa viu? Um beijo, espero que gostem, eu volto logo... Posto depois de 13 comentários...

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Capitulo 11


- Juliana, primeiro de tudo, vou pedir desculpas. Eu disse coisas que não devia ontem. Eu explodi, me desculpe. 
- Não peça desculpas, você realmente acha tudo aquilo.
- É, eu acho. Mas não é tudo que eu penso que posso sair falando, ainda mais na frente da banda toda. - Ele olhava para as mãos. 
- Está tudo bem. Eu te desculpo. 
- Juliana, quero que conte sobre nós pro Leonardo. - Respirei fundo. - Minha família não tem nada com isso, e hoje eu fiz eles mentirem. Fiz a banda toda mentir. Não é certo isso. Se você não contar, eu vou contar, e eu não quero fazer isso, ele deve saber por você, e não por mim. E eu quero também te dizer. - Ele começou olhar pra mão, envergonhado. - Que nunca no mundo eu deixaria um sonho seus de lado. Nunca eu faria isso. Sabe por que? - Vi um lagrimas escapar dos seus olhos. - Por que você foi a pessoa que eu mais amei ma vida. Você pode querer que eu te tire do coração, não que eu te ame, não é isso, mas é que o que aconteceu com a gente, não é comum. - Limpava as lagrimas enquanto eu deixava algumas caírem. - Eu sempre vou ter um carinho enorme por você. É isso.
Ele levantou da cadeira chorando e depois foi se dirigindo a porta, me deixando em choque sentada na cadeira. 
- Luan...
Chamei ele, mas já tinha saído. Apoiei minhas mãos no joelho e chorei. A única vontade que tive, era de ir até ele e abraça- lo forte. Ele tinha o melhor abraço do mundo, que apesar de já ter visitado toda a Europa, nunca encontrei nada que pudesse chegar aos pés daquele abraço, nem mesmo o de Leonardo. Naquele momento, tive a certeza, talvez mais complicada da minha vida, eu amava ele, meu amor por ele, tinha ressurgido. Peguei no bolso o cartão do taxista que tinha nos levado até lá e meu celular. Disquei o numero e depois pedi pra ele me pegar na porta do condomínio. Sai da sala e desci correndo as escadas, sem me preocupar em esconder as lagrimas ou as pressas de quem quer que fosse. Eu só precisa sair dali. 
- Ju? Aonde você vai? - Perguntou Dona Marizete ao me ver na sala pegando minha bolsa e saindo correndo pela porta.

Cheguei no hotel e cai na cama chorando. Chorei por alguns minutos e depois tirei a roupa e entrei no banho. Esperava que toda aquela confusão fosse pelo ralo juntos com água. Sai, me sequei e coloquei uma roupa qualquer. Assim que deitei na cama, Leonardo abriu a porta. 
- Juliana, o que houve? Fiquei preocupado!
- Eu... 
- O que foi aquilo com a Bruna, você acha mesmo que me convenceu? O que está acontecendo? De onde você conhecia ela? - Ele sentou e me deu a mão.
Fechei os olhos lembrando do pedido de Luan. 
- Léo, a gente precisa conversar um pouco. 

Amores, postando, desculpa a demora ontem! Eu sai e cheguei tarde. Espero que gostem... Posto depois de 13 comentários...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Capitulo 10


Pegamos um táxi e seguimos até o condomínio. Logo nossa entrada foi liberada e achamos a casa do Luan. Léo foi comentando coisas que havia conversado com Luan no caminho e depois disse que ia alugar um carro pra gente. Quando saímos do táxi Luan veio nos atender e nos cumprimentou, naquele mesmo clima comigo. Fomos entrando e Bruna descia as escadas. Quando ela me veio andou mais rápido e saiu correndo pulando e me abraçando. 
- Juliana, eu não acredito! - Luan fez cara de "ferrou tudo".
- Oi Bru. - Disse sem graça.
- O que faz aq... 
- Vocês se conhecem? - Léo perguntou. 
- Mas claro que sim! - Bruna começou a sorrir. - A Juliana ... 
- Se tornou amiga da Bruna quando ela fez uma viagem pro Rio! - Luan interrompeu.
- Não... - Bruna disse. 
- A Bruna viu uma foto da Ju comigo ontem no palco e logo disse que se conheciam! Mundo pequeno não? Olha que bom. - Luan sorria convincente. 
Os pais deles nos olhavam da porta, percebendo que alguém ali estava sendo enganado. 
- Claro, Juliana me mostrou o Rio todinho... Se tornamos muito amigas. - Bruna sorria. 
- Pois é... 
- Olha que maravilha, você não me disse nada Ju! 
- Eu não sabia que o seu amigo era o irmão dela. - Sorri e ele caiu. 
- Claro... - Ele sorriu. - Pelo menos vocês já se conhecem melhor! 
- Bom, esses são meus pais Juliana. - Luan apresentou, e vi ele piscar pros dois.
- Olá Juliana, seja bem vinda, é um prazer. - Dona Marizete disse e foi seguida de Seu Amarildo. - E você Léo, quanto tempo. 
- Como vai a senhora? 
- Estou bem. 
O clima foi bem estranho durante o jantar. A família de Luan levou com naturalidade, mas eu e ele não estávamos confortáveis. Logo depois do jantar Leonardo conversava com Luan e Seu Amarildo. Eu e Bruna subimos pro quarto dela. Ela queria me mostrar algo. Assim que fechou a porta começou a pular e eu também demos pequenos gritos e nos abraçamos. Além de minha cunhada, ela tinha sido minha melhor amiga por anos. 
- Ai meu Deus, o que está acontecendo? 
- Eu menti pro Leonardo. Disse que não conhecia o Luan e agora eu me ferrei. 
- Meu Deus... Que loucura. Mas e seu contato com Luan? 
- Está horrível Bru, horrível... Ele só me trata bem quando o Leonardo está perto e ainda com desprezo. Ficamos sozinhos com a banda ontem e ele falou um monte de coisas pra mim. Eu quero voltar pra minha casa. - Abracei ela. 
- Ei, calma, to com você. Você vai ter que ser forte, não vai voltar pra Londres tão cedo. 
- Eu sei, eu sei. - Disse enxugando algumas lagrimas. 
Bateram na portar e eu terminei de secar meu rosto. 
- Quem é? - Bruna perguntou. 
- Sou eu Bruna, posso entrar? - Luan perguntou. 
Ela me olhou e eu pedi pra ela não deixar. 
- Calma, ele não fazer nada. - Olhou pra porta e gritou. - Entra Luan!
Ele abriu a porta devagar e depois fechou. 
- An... Bru... Posso falar com a Juliana? - Meu coração quase saiu pela boca.
- Fala... 
- Á sois. 
- Não, você é grosso com ela. 
- Bru, ta tudo bem. Não fala assim com seu irmão, ele não fez nada pra você. - Me virei pra ele. - Aonde está o Leonardo? 
- Ele deu uma saidinha com meu pai. Devem demorar uns 30, 40 minutos. 
- Tudo bem, por mim. 
- Vem, vamos no escritório. 
Antes de sair Bruna pegou em minha mão e apertou. Fui acompanhando Luan e quando ele parou na frente de uma porta, abriu e me deu passagem. Entrei. Tinha alguns troféus ali, e eu sabia que não eram todos... Tinha presentes também, mas eu sabia que eu algum lugar havia mais que somente aqueles. Ele estava apreensivo e eu também. Luan me apontou uma cadeira, na frente de uma mesa. Sentei e ele sentou na do lado, me confundindo, achei que ele se sentaria na maior, atrás da mesa. Ele me olhava com medo, e depois começou a dizer: 

Amores, que bom que gostam... Bom, fico feliz demais... Posto depois de 12 comentários! Identifiquem-se! Comentários, sugestões e criticas são bem vindas, desde que tenha educação. 

domingo, 6 de janeiro de 2013

Capitulo 9


- Ela quem? - Léo sentou na mesa. 
- Oi? - Fiquei branco. 
- Você enlouquece se quem não for embora? 
- Eu? - Comecei a ficar nervoso, tremer e gelar. 
- É, acabou de falar ai. - Léo ria. 
- A... Dagmar. É a Dagmar. Ela me enche muito saco, não me deixa fazer nada! - Comecei a dizer depressa enquanto todos me olharam. 
- Que maldade né Dag? 
- É... Maldade. - Ela disse. 
- Cadê a Ju? 
- Ela foi no banheiro. 
- Eu vou ver se ela precisa de alguma coisa. - Disse Marla saindo da mesa.
- Ela está bem? - Léo perguntou. 
- Está, mulheres Léo, não sabe disso ainda? - Roberval riu tentando aliviar aquilo. 
- Claro! - Léo gargalhou e em seguida puxou assunto, mas notou dessa vez Luan bem mais quieto.

Narrado por Juliana.

Sai da mesa chorando e fui até o banheiro. Lavei meu rosto e respirei fundo, deixando lagrimas caírem  Ele não tinha o direito de falar daquele jeito comigo, mas eu sabia que ele estava certo. Marla entrou no banheiro.
- Ju, não chora. - Ela me abraçou
- Eu não queria magoar ele. Não fiz por mal Marla.
- Eu sei disso. Mas quando você foi embora, foi dificil pra ele Ju, então tenha um pouco de paciência. Ele tem medo do Leonardo descobrir. Você tem que contar.
- Eu sei que preciso contar. Ele vai contar?
- Não, acho que ele não vai contar, mas você precisa contar antes. O problema pra ele, é que vai ser padrinho de um casamento que ele não apoia. 
- Eu não tive culpa, desde o começo Leonardo tinha essa ideia na cabeça. 
- Eu entendo sua situação, mas tente entender a dele. E não ligue pra o que ele falou, está nervoso. Agora enxuga essas lagrimas, retoca a maquiagem, Leonardo voltou. 
Enxuguei o rosto e ela me ajudou a retocar a maquiagem com algumas coisas que tinha na bolsa. 
- Agora para e não chora mais. 
- Ta bem, eu sou uma boa atriz, obrigado Marla. - Sorri.
- Não foi nada querida, venha.
Voltamos pra mesa. 
- Oi meu amor, voltou? - Disse dando um beijo no Leonardo. 
- Voltei. Tudo bem com você?
- Tudo ótimo, por que?
- Demorou.
- Estava conversando com a Marla. - Sorri.
- Está certo. 
Logo tivemos que se despedir do pessoal da banda e depois seguimos com Luan pro aeroporto. Logo estávamos em Londrina e pegamos um táxi até o hotel, enquanto o resto da equipe seguiu cada um pra sua casa. 

Quando chegamos, eu e Leonardo logo dormimos. Estávamos cansados, era dificil acompanhar o ritmo de Luan. Eu já tinha perdido esse pique fazia tempo. No outro dia levantamos um pouco antes do almoço. 
- Amor? - Léo chamou quando saia do banho. 
- Vou te levar pra conhecer a família de Luan. Vamos almoçar lá. - Respirei fundo, mais essa. 
- Amor...
- A irmã dele é um amor, você vai gostar dela, assim como gostou de Marla. 
- Claro. - Sorri. 

Amores, e agora? Como vai ser esse encontro? Posto depois de 9 comentários! Identifiquem-se! Comentários, sugestões e criticas são bem vindas, desde que tenha educação.